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    pouparmos-mos

    impróvido | adj.

    Que não mostra providência ou prudência....


    manirroto | adj.

    Que dá ou gasta tudo quanto tem....


    cinto | n. m.

    Acessório que consiste numa fita ou correia, com fivela ou outro tipo de fecho, que aperta a cintura....


    governado | adj. | n. m.

    Económico, poupado....


    parcimónia | n. f.

    Ato de poupar, de economizar, de despender moderadamente....


    popa | n. m.

    Sacerdote inferior entre os romanos....


    popa | n. f.

    Parte posterior do navio, que se opõe à proa....


    aforro | n. m.

    Ato de aforrar ou de poupar....


    cerro | n. m.

    Colina pouco elevada....


    poupança | n. f.

    Ato ou efeito de poupar....


    poupa | n. f.

    Ato ou efeito de poupar....


    desregrado | adj. n. m.

    Que ou o que não tem regras; que ou o que se desregrou....


    governadeira | adj. f. n. f.

    Diz-se de ou mulher poupada e que governa bem a casa....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber em que situações se utiliza liberto e libertado.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?