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    PINTEM-NOS

    armoriado | adj.

    Que tem armas ou brasões aplicados, pintados ou esculpidos....


    atavanado | adj.

    Diz-se do cavalo preto ou escuro, com pintas brancas nas ancas ou nas espáduas....


    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    mosqueado | adj.

    Que tem pintas ou malhas escuras....


    Pintado de muitas cores ou de cores vivas....


    salino | adj.

    Que contém sal....


    armorejado | adj.

    Que tem armas ou brasões aplicados, pintados ou esculpidos....


    pintalgado | adj.

    Com pintas de várias cores....


    Expressão atribuída por Plínio a Apeles, que dizia não passar um só dia sem traçar uma linha, isto é, sem pintar; aplica-se especialmente aos escritores....


    Expressão com que Salviano pintou a agonia do Império Romano que morria nos braços da sensualidade; aplica-se àqueles que arruínam a sua fortuna e a sua saúde no meio dos prazeres....


    Que tem três malhas, manchas ou pintas (ex.: ciclídeo trimaculado)....


    pichado | adj.

    Que foi pintado ou desenhado; que sofreu pichação....


    alquifa | n. f.

    Galena ou minério de chumbo sulfurado....


    arrebique | n. m.

    Ingrediente para pintar o rosto....


    encáustica | n. f.

    Camada de cera sobre que se pinta....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?