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    PECASTE-MA

    imaculado | adj.

    Que não tem mácula, pecado ou falha....


    petisseco | adj.

    Peco; murcho; entanguido....


    imaculatismo | n. m.

    Doutrina religiosa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, mãe de Jesus, que, segundo o dogma católico, foi concebida sem pecado....


    lapso | n. m. | adj.

    Ato de escorregar; escorregadela....


    pequice | n. f.

    Ato ou dito de peco....


    culpa | n. f.

    Falta voluntária contra o dever; omissão; desleixo....


    peso | n. m.

    Qualidade do que é pesado....


    hamartia | n. f.

    Erro cometido pelo protagonista de uma tragédia, que origina a peripécia; erro trágico....


    hamartofobia | n. f.

    Medo patológico da falha ou do pecado....


    hamartoma | n. m.

    Tumor caracterizado por uma mistura anormal de tecidos....


    contrição | n. f.

    Dor profunda por ter cometido pecado....


    peco | n. m. | adj.

    Mal que causa o estiolamento das plantas....




    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?