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    Pesquisa nas Definições por:

    Incapacitarem

    incapacitante | adj. 2 g.

    Que incapacita ou torna incapaz (ex.: doença incapacitante)....


    diretiva | n. f.

    Indicação, instrução ou norma que deve orientar uma ação ou atividade....


    periciando | n. m.

    Pessoa que é alvo de uma perícia (ex.: a doença incapacita a pericianda para o seu trabalho)....


    testamento | n. m.

    Ato solene pelo qual se dispõe, para depois da morte, de todos ou de alguns bens próprios....


    capacitar | v. tr. e pron.

    Tornar ou tornar-se capaz....


    liquidar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. tr. e pron.

    Fixar ou calcular o montante de despesas ou encargos....


    in- | pref.

    Indica negação ou ausência (ex.: inalcançável; incapacitar; incumprimento; inexistência)....


    incapacitar | v. tr. e pron.

    Tornar ou tornar-se incapaz....


    incapacitável | adj. 2 g.

    Que não pode ser capacitado ou convencido....


    autobaixa | n. f.

    Incapacidade temporária para o trabalho, não superior a três dias consecutivos, que o trabalhador declara à entidade empregadora por motivo de doença, mas sem necessidade de apresentar atestado médico (ex.: o profissional esteve dois dias de autobaixa e agora está de férias)....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?