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    intimide-se

    coercitivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    ardido | adj.

    Que não tem medo; que não se deixa intimidar pelos perigos nem pelas dificuldades....


    bravata | n. f.

    Ameaça feita de modo arrogante....


    coerção | n. f.

    Ato de coagir ou de forçar pela intimidação, pela força ou pela violência....


    terrorismo | n. m.

    Uso deliberado de violência, mortal ou não, contra instituições ou pessoas, como forma de intimidação e tentativa de manipulação com fins políticos, ideológicos ou religiosos (ex.: luta contra o terrorismo)....


    deterrência | n. f.

    Ação, coisa ou ideia que pretende desencorajar, dissuadir, retardar ou impedir alguém de fazer alguma coisa....


    alarde | n. m.

    Ostentação apregoada (com o fim de intimidar)....


    acoelhado | adj. | adj. n. m.

    Que se assemelha a um coelho, sobretudo pelas características físicas próprias desse animal (ex.: orelhas acoelhadas; maxilar superior um pouco acoelhado)....


    coação | n. f.

    Ato ou efeito de coagir ou de obrigar pela intimidação, pela força ou pela violência....


    mobbing | n. m.

    Conjunto de ações de assédio, de intimidação ou de coação moral exercidas de forma continuada por um grupo em relação a um indivíduo, geralmente num contexto laboral....



    Dúvidas linguísticas


    Como se escreve: apologia a alguma coisa ou apologia de alguma coisa?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?