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    impingiram

    impingem | n. f.

    O mesmo que impigem....


    espetar | v. tr. | v. pron. | v. tr. e pron.

    Enfiar em espeto....


    pespegar | v. tr.

    Dar, aplicar, assentar com força....


    encaixar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Meter em caixa ou no encaixe....


    embutir | v. tr.

    Introduzir em abertura, num encaixe ou num vão....


    pregar | v. tr. | v. pron.

    Fixar ou segurar com prego....


    ferrar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. tr. e intr. | v. pron.

    Guarnecer de ferro ou de ferragem (ex.: ferrar a porta)....


    encampar | v. tr.

    Rescindir (contrato de arrendamento) restituindo ao dono a coisa arrendada....


    empurrar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Dar impulso físico com força ou vigor para mover algo (ex.: empurrou a porta com a anca; empurrar um carro)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase dei de caras com um leão, qual a função sintáctica das expressões de caras e com um leão?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?