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    Pesquisa nas Definições por:

    FERROLHO-AS

    aloquete | n. m.

    Fechadura móvel, geralmente dotada de um anel metálico, que prende ou segura algo e que se abre por meio de chave ou de código....


    armela | n. f.

    Aro onde se enfia o ferrolho da porta....


    básculo | n. m.

    Espécie de ponte levadiça....


    carmona | n. f.

    Ferrolho que, posto em toda a altura de portas ou janelas, se insere ao mesmo tempo na duas extremidades quando se roda uma maçaneta....


    cremona | n. f.

    Ferrolho que, posto em toda a altura de portas ou janelas, se insere ao mesmo tempo na duas extremidades quando se roda uma maçaneta....


    nariz | n. m.

    Parte saliente do rosto, entre a testa e a boca, que corresponde ao órgão do olfato....


    loquete | n. m.

    Fechadura móvel, geralmente dotada de um anel metálico, que prende ou segura algo e que se abre por meio de chave ou de código....


    chousura | n. f.

    Cerca ou tapume que separa uma terra de outra....


    ferrolhar | v. tr. e pron.

    O mesmo que aferrolhar....


    aferrolhar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Fechar ou fechar-se com ferrolho....


    desaferrolhar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Correr o ferrolho para abrir....


    adobe | n. m.

    Instrumento de ferro para prender pelos tornozelos....


    ferrolho | n. m.

    Ferro corrediço com que se fecham portas, janelas, etc....


    adoba | n. f.

    Instrumento de ferro para prender pelos tornozelos....


    adova | n. f.

    Instrumento de ferro para prender pelos tornozelos....


    retranca | n. f.

    Correia que impede a albarda ou sela de escorregar para diante....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?