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    farturas

    abundância | n. f.

    Quantidade maior que a precisa....


    cheúra | n. f.

    Estado do que é cheio....


    enchente | adj. 2 g. | n. f.

    Que enche ou está a encher....


    sobejidão | n. f.

    Qualidade do que é sobejo....


    ucharia | n. f.

    Depósito de comestíveis....


    carestia | n. f.

    Elevação de preço acima do valor habitual (falando de géneros que escasseiam)....


    prosperidade | n. f.

    Qualidade ou estado do que é próspero....


    chorume | n. m.

    Gordura da carne de um animal....


    míngua | n. f.

    Falta do que é essencial....


    farta | n. f.

    Usado na locução à farta....


    fartura | n. f.

    Doce cilíndrico, geralmente frito em óleo e cortado em segmentos polvilhados de açúcar e canela (ex.: conheceram-se numa barraquinha de farturas)....


    uberdade | n. f.

    Qualidade do que é úbere....


    inópia | n. f.

    Falta do que é necessário....


    fartazana | n. f.

    Usado na locução à fartazana....


    escassez | n. f.

    Qualidade daquilo que é escasso ou que escasseia....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é o correto: hoje é dia 16 ou hoje são 16?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?