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    Pesquisa nas Definições por:

    FABRICAVAS-NOS

    Diz-se de certos palitos dos dentes, de fabricação esmerada....


    oleícola | adj. 2 g.

    Relativo à cultura das oliveiras e ao fabrico e comércio de azeite....


    barege | n. f.

    Antigo tecido de lã, fabricado em Barèges (Pirenéus)....


    beijueira | n. f.

    Mulher que fabrica beijus....


    calaim | n. m.

    Tipo de estanho usado na Índia e outras regiões orientais....


    chicle | n. m.

    Látex que escorre da sapota e é utilizado no fabrico da chiclete....


    chocolataria | n. f.

    Lugar em que se fabrica ou vende chocolate....


    confeção | n. f.

    Ato ou efeito de confecionar....


    confeiteiro | n. m.

    Aquele que fabrica ou vende confeitos ou doces....


    fabrico | n. m.

    Ato ou arte de fabricar....


    fabro | n. m.

    Aquele que fabrica....


    galactopoese | n. f.

    Secreção láctea ou formação do leite....


    gamuta | n. f.

    Fio tirado da palmeira das Molucas empregado no fabrico de cordas e obras de espartaria....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?