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    DESTEMAM-MA

    ao | contr.

    Contração da preposição a e do artigo ou pronome o (ex.: entregou a mercadoria ao cliente; deu um beijo à avó; deixou um aviso aos mais destemidos; vamos às compras?)....


    destemido | adj.

    Que não tem medo, que não teme....


    topetudo | adj.

    Que tem ou traz topete....


    valentona | n. f.

    Mulher destemida, forte ou briguenta....


    anhanguera | n. f. | adj. 2 g.

    Diabo (em forma de pessoa ou de animal)....


    arrojado | adj. | n. m.

    Que se arremessou ou arrojou....


    bucelário | adj. | n. m.

    Em forma de pequena boca....


    peitudo | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que tem peito muito desenvolvido ou grande....


    danado | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem foi condenado ao inferno (ex.: almas danadas; as penas dos danados)....


    taura | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem é perito em alguma coisa....


    destemidez | n. f.

    Qualidade de quem é destemido....


    temeroso | adj.

    Que causa temor, que infunde pavor....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?