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valentona

valentonavalentona | n. f.
fem. sing. de valentãovalentão
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

va·len·to·na |ô|va·len·to·na |ô|


(feminino de valentão)
nome feminino

1. Mulher destemida, forte ou briguenta.


à valentona
À força, brutalmente.


va·len·tão va·len·tão


(valente + -ão)
adjectivo e nome masculino
adjetivo e nome masculino

1. Que ou aquele que é muito valente.

2. Que ou o que se envolve em brigas ou altercações. = BRIGUENTO, DESORDEIRO

3. [Depreciativo]   [Depreciativo]  Que ou o que faz alarde de valentia. = FANFARRÃO, GABAROLA

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Dúvidas linguísticas


A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."
Nos exemplos citados, as aspas estão a ser usadas para identificar uma citação e para destacar uma parte do texto. Estes são dois usos possíveis para as aspas, mas o seu emprego simultâneo pode gerar confusão no leitor, que poderá considerar que se trata de uma citação dentro de uma citação. Por este motivo, para tornar mais claro um destaque dentro de uma citação, será aconselhável recorrer a outra maneira de dar destaque gráfico, como o itálico (ex.: "Nos casos do art. 41 há referência aos casos expressos em lei"), o sublinhado (ex.: "Nos casos do art. 41 há referência aos casos expressos em lei"), o negro (ex.: "Nos casos do art. 41 há referência aos casos expressos em lei") ou a combinação de dois ou mais destes destaques gráficos (ex.: "Nos casos do art. 41 há referência aos casos expressos em lei").

Não é, no entanto, incorrecta a utilização de aspas dentro de aspas, devendo haver o cuidado de fechar cada um dos conjuntos de aspas, mesmo que isso origine sinais repetidos (ex.: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei""); nestes casos, poderá optar pelo uso de aspas diferentes (ex.: "Nos casos do art. 41 há referência aos «casos expressos em lei»").





1. Mal-formação ou malformação genética? Plural: malformações? 2. Como é mais correto: má perfusão ou mal-perfusão? Ex.: "hipofluorescência por má perfusão sub-retiniana compatível com degeneração miópica" // "hipofluorescência por mal-perfusão sub-retiniana compatível com atrofia central areolar".
Em relação à primeira dúvida, a grafia correcta é malformação (plural: malformações), como pode verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.

Quanto à segunda dúvida, o termo que questiona não se encontra registado nos dicionários consultados nem como malperfusão (cuja forma correspondente inglesa malperfusion é de uso generalizado), nem como má-perfusão, pelo que se aconselha a grafia de locução: má perfusão.

Esta dúvida retoma a questão sobre o uso do advérbio mal justaposto a um substantivo: de acordo com as regras da língua portuguesa, um substantivo (ex.: ) é geralmente modificado por um adjectivo (ex.: ), o que está na origem de formas como má-fé (e não malfé), enquanto um verbo (ex.: fadar) é habitualmente modificado por um advérbio (ex.: mal), o que está na origem de formas como malfadar (e não maufadar).

Esta polémica já se fez sentir relativamente ao par malformação/má-formação, tendo o uso consagrado a forma malformação, seja por influência das formas francesa e inglesa malformation, seja pela percepção de mal- como um prefixo. Aliás, segundo o Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves (Coimbra: Coimbra Editora, 1966, p. 630), o prefixo mal- escreve-se com hífen apenas quando o elemento que se lhe segue começa por vogal (ex.: mal-estar) ou h (ex.: mal-humorado); nos restantes casos, é sempre aglutinado (ex.: malcriado, malquerente, malsão).

Esta reflexão pode aplicar-se a ainda outras palavras como malcriação, malquerença ou malsonância.

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Palavra do dia

reu·chli·ni·a·no reu·chli·ni·a·no


([Johannes] Reuchlin, antropónimo + -iano)
adjectivo
adjetivo

[Linguística]   [Lingüística]   [Linguística]  Relativo à pronúncia do grego clássico que segue a do grego moderno, defendida por Johann Reuchlin (1455-1522), humanista e filólogo alemão.ERASMIANO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/valentona [consultado em 30-06-2022]