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    DERRAPAMOS-MA

    derrapante | adj. 2 g.

    Que favorece a derrapagem....


    despistado | adj. | adj. n. m.

    Que saiu da pista, da estrada; que derrapou....


    derrapar | v. intr.

    Deslizar repentinamente, sem obedecer ao comando do condutor....


    despistar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Fazer perder a pista a....


    espetar | v. tr. | v. pron. | v. tr. e pron.

    Enfiar em espeto....


    resvalar | v. intr. | v. tr.

    Escorregar....


    Manobra de condução para tentar corrigir ou controlar uma derrapagem da traseira de um veículo que consiste em virar o volante para o lado em que a traseira derrapa....


    roçar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. tr. e intr.

    Cortar ou derrubar, geralmente vegetação (ex.: roçar mato)....


    cu | n. m.

    Orifício na extremidade inferior do intestino grosso por onde são expelidas as fezes....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?