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    Pesquisa nas Definições por:

    DEGOLAREMOS

    degoladouro | n. m.

    Lugar em que se degola, matadouro....


    degolo | n. m.

    Decote numa peça de vestuário....


    Pena de morte por degolação ou corte da cabeça....


    jugulado | adj.

    Que se jugulou ou que ficou sem a cabeça....


    decapitado | adj.

    Que se decapitou ou que ficou sem a cabeça (ex.: estátua decapitada)....


    pescoço | n. m.

    Parte do corpo entre a cabeça e o tronco....


    jugular | v. tr.

    Cortar a cabeça ou o pescoço de....


    Ave passeriforme (Pachyramphus aglaiae) da família dos titirídeos....


    Ave passeriforme (Pachycephala nudigula) da família dos paquicefalídeos....


    Ave passeriforme (Ficedula strophiata) da família dos muscicapídeos....


    Ave passeriforme (Pheucticus ludovicianus) da família dos cardinalídeos....


    degolar | v. tr. | v. pron.

    Proceder à degolação de; cortar a cabeça de....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?