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    Pesquisa nas Definições por:

    Cartem-To

    baldo | adj.

    Que tem falta de algo....


    encartado | adj.

    Que tem diploma para poder exercer determinada profissão ou atividade....


    falho | adj.

    Que tem falha, fenda (ex.: terrina falha)....


    Que remite ou em que há remissão....


    cartista | adj. 2 g.

    Relativo a carte ou a cartismo....


    Que autoriza a conferir ordens sacras (ex.: carta dimissória, documento dimissório)....


    Usa-se para indicar que o serviço de restauração é feito segundo o que está numa lista de pratos (ex.: menu à la carte)....


    Que usa as cartas do baralho ainda não distribuídas (ex.: o voltarete é um jogo acascarrilhado)....


    isoiético | adj.

    Relativo a isoieta (ex.: carta isoiética)....


    Fórmula que se usava na despedida das cartas....


    Carta fechada que contém instruções e ordens secretas, para ser unicamente aberta em dadas circunstâncias....


    Aludindo ao escorpião que tem a peçonha na cauda, os romanos aplicavam a locução a carta, discurso, etc., em cujo final o seu autor concentrara toda a malícia....


    Que usa variações de cores ou de padrões para indicar a distribuição de dados ou de um fenómeno (ex.: carta coroplética; mapa coroplético)....


    alvará | n. m.

    Documento que uma autoridade passa a favor de alguém, certificando, autorizando ou aprovando certos atos ou direitos (ex.: alvará de construção)....


    banqueiro | n. m.

    O que faz operações bancárias ou detém um banco....


    champurrião | n. m.

    Ato de dar juntas todas as cartas que pertencem a cada parceiro....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?