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    Pesquisa nas Definições por:

    CEIFE-VOS

    baranho | n. m.

    Cordão formado pela erva que se ceifa à gadanha nos lameiros....


    gadanheiro | n. m.

    Homem que ceifa com gadanha....


    pedida | n. f.

    Cada uma das cartas que no jogo do trinta-e-um se vão pedindo até perfazer o número que se deseja....


    ferrejo | n. m.

    Cevada ou centeio colhidos verdes, antes de espigarem, para pasto dos animais....


    inço | n. m.

    Vegetais que, na ceifa, ou em outro corte, se deixam ilesos, para frutificarem e se reproduzirem....


    messe | n. f.

    Seara madura....


    resteva | n. f.

    Parte dos cereais que, depois da ceifa, permanece enraizada....


    agostadouro | n. m.

    O pasto (depois de ceifados os campos)....


    cadouço | n. m.

    Grande esconderijo de peixes....


    ceifa | n. f.

    Ato de ceifar....


    ceifão | n. m.

    Pessoa que trabalha na ceifa....


    ceifeira | n. f.

    Máquina para ceifar....


    ceifeiro | n. m. | adj.

    Pessoa que trabalha na ceifa....


    ferrã | n. f.

    Cevada ou centeio colhidos verdes, antes de espigarem, para pasto dos animais....


    sega | n. f.

    Ato ou efeito de segar....


    segada | n. f.

    Ato ou efeito de segar....


    segadeira | n. f.

    Espécie de foice grande....


    ceifador | adj. n. m.

    Que ou quem trabalha na ceifa....


    segador | adj. n. m.

    Que ou quem sega ou trabalha na ceifa....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?