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    bebamos-tas

    Relativo a energia (ex.: economia energética; fontes energéticas)....


    frisante | adj. 2 g.

    Que frisa; que vem a propósito....


    isotónico | adj.

    Que tem a mesma concentração molecular, e, por consequência, o mesmo poder osmótico....


    marrado | adj.

    Diz-se do vinho que se toldou na vasilha, tornando-se impróprio para beber....


    molecular | adj. 2 g.

    Que tem moléculas....


    rabaceiro | adj.

    Que gosta muito de fruta; que come fruta verde ou ordinária....


    sóbrio | adj.

    Que é moderado no comer, no beber, e em geral em todos os apetites sensuais....


    sôfrego | adj.

    Que come ou bebe com avidez....


    bon vivant | loc.

    Indivíduo jovial e apreciador das coisas boas da vida, sobretudo comida e bebida....


    quod ore | loc.

    Palavras que o sacerdote profere, na Missa Romana, ao esgotar o cálice, e são em linguagem popular empregadas substantivamente como pequena porção de comida ou bebida que se tomou ou vai tomar....


    absinto | n. m.

    Nome de algumas plantas asteráceas, amargas e aromáticas....


    aluá | n. m.

    Bebida não alcoólica, feita a partir da fermentação de farinha de arroz ou de milho, cascas de abacaxi, açúcar e sumo de limão....


    arga | n. f.

    Fruto africano....


    barman | n. m.

    Empregado de bar que serve ao balcão as bebidas que prepara....



    Dúvidas linguísticas


    Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


    Na frase "...o nariz afilado do Sabino. (...) Fareja, fareja, hesita..." (Miguel Torga - conto "Fronteira") em que Sabino é um homem e não um animal, deve considerar-se que figura de estilo? Não é personificação, será animismo? No mesmo conto encontrei a expressão "em seco e peco". O que quer dizer?