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    aterras-tos

    aterrado | adj.

    Que se aterrou ou assustou....


    Muito aterrado; espantado; atónito....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    Que aterra com o som ou estrondo....


    porta-helicópteros | n. m. 2 núm.

    Navio de guerra onde podem aterrar e descolar helicópteros....


    amota | n. f.

    Aterro ou dique à borda de um rio, destinado a impedir inundações....


    aterragem | n. f.

    Ato de aterrar (avião)....


    aterro | n. m.

    Trabalho de aterrar....


    borrego | n. m.

    Cordeiro de menos de ano....


    marachão | n. m.

    Aterro ou dique à borda de um rio, destinado a impedir inundações....


    chorume | n. m.

    Gordura da carne de um animal....


    aterramento | n. m.

    Ato ou efeito de aterrar ou aterrorizar....


    aterrado | adj. | n. m.

    Que aterrou ou se aterrou....


    aterrador | adj. n. m.

    Que ou o que aterra; que causa terror, susto, medo....


    motoplanador | n. m.

    Aeronave capaz de se sustentar no ar sem motor, mas que usa um motor para descolar e aterrar....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se o feminino de anjo é anja e se está certo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?