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    adio-mas

    adiado | adj.

    Que se adiou; demorado, retardado....


    espaçado | adj.

    Intervalo, quanto ao tempo e ao espaço....


    sine die | loc.

    Sem marcação de uma data certa; sem uma data precisa para acontecer ou realizar-se (ex.: foi adiado sine die; adiamento sine die)....


    prolato | adj.

    Que se obtém pela rotação de uma elipse em torno de seu semieixo maior (ex.: elipsoide prolato; esfera prolata)....


    moratória | n. f.

    Espera ou prorrogação concedida pelo credor ao devedor....


    consenso | n. m.

    Conformidade de juízos, opiniões ou sentimentos, relativamente a algo ou a alguém, por parte da maioria ou da totalidade dos membros de um conjunto de indivíduos (ex.: a votação do regulamento foi adiada por falta de consenso quanto ao texto final)....


    traspasso | n. m.

    Ato ou efeito de traspassar....


    copião | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que copia muito (ex.: a amiga é muito copiona; os colegas são uns copiões)....


    protruso | adj.

    Que está mais à frente em relação à posição considerada normal (ex.: língua protrusa)....


    iniciativa | n. f.

    Ato ou direito daquele que é o primeiro a fazer ou a lembrar alguma coisa (ex.: foi ele que tomou a iniciativa e a tradição mantém-se até hoje)....



    Dúvidas linguísticas


    O que significa a palavra parafilia?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?