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    Pesquisa nas Definições por:

    ACENDERES-LHOS

    aceso | adj.

    Inflamado, que se acendeu....


    Perdeste o teu tempo, o teu trabalho; alusão ao azeite da lâmpada que se acende para o trabalho noturno....


    almenara | n. f.

    Facho que se acendia nas torres e castelos para dar sinal ao longe....


    lamparina | n. f.

    Artefacto para ter uma pequena luz nos quartos de dormir....


    lampianista | n. m.

    O encarregado de acender, apagar e limpar os lampiões da iluminação pública, teatros, etc....


    lareira | n. f.

    Laje do lar em que se acende o fogo....


    joina | n. f.

    Designação dada a duas espécies de plantas leguminosas faseoláceas (Ononis natrix, Ononis ramosissima)....


    rastilho | n. m.

    Sulco ou fio com pólvora para comunicar de longe o fogo a uma mina ou carga explosiva....


    queimadeiro | n. m.

    Lugar onde se acendiam as fogueiras para queimar os condenados....


    fogaréu | n. m.

    Recipiente de ferro elevado em hastes, no qual, de noite, se acendem pinhas ou matérias inflamáveis para alumiar; fogueira; fogacho....


    queimadouro | n. m.

    Lugar onde se acendiam as fogueiras para queimar os condenados....


    archote | n. m.

    Pedaço de cabo de esparto alcatroado que se acende para alumiar....


    contrafogo | n. m.

    Fogo que se acende em determinados setores para criar um vazio e deter assim um incêndio....


    fumagem | n. f.

    Imposto que incidia nas casas em que se acendesse lume....


    lume | n. m. | n. m. pl.

    Fogo que se acendeu para utilidade....


    madeiro | n. m.

    Peça grossa de madeira; trave....


    velário | n. m.

    Local ou estrutura própria onde se acendem velas, geralmente num recinto religioso (ex.: o velário fica no exterior da capela e está resguardado dos ventos; velário de parede; velário ecológico)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?