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vidros

A forma vidrosé [masculino plural de vidrovidro].

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vidrovidro
( vi·dro

vi·dro

)
Imagem

vidro camafeu

Artes plásticasArtes plásticas 

Técnica de vidraria que produz objectos de vidro com camadas de cores diferentes.


nome masculino

1. Corpo sólido, transparente e frágil, que se obtém fundindo areia siliciosa com potassa ou soda.

2. Objecto ou artefacto feito com essa substância.

3. Vidro de vidraça.

4. Superfície cristalina de um espelho.

5. Frasco de pequenas dimensões.

6. Lente de óculos ou de luneta.

7. Vidro de relógio.

8. [Figurado] [Figurado] Coisa frágil como o vidro.

9. Pessoa muito melindrosa, muito susceptível, que se ofende ou se irrita por qualquer coisa.

10. [Brasil] [Brasil] Cálice de aguardente; dose de bebida.


vidro camafeu

[Artes plásticas] [Artes plásticas]  Técnica de vidraria que produz objectos de vidro com camadas de cores diferentes.Imagem

etimologiaOrigem etimológica:latim vitrum, -i.
Colectivo:Coletivo:Coletivo:vidralhada, vidraria.

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Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.
Na questão que nos coloca, o verbo dever comporta-se como um verbo modal, pois serve para exprimir necessidade ou obrigação, e como verbo semiauxiliar, pois corresponde apenas a alguns dos critérios de auxiliaridade geralmente atribuídos a verbos auxiliares puros como o ser ou o estar (sobre estes critérios, poderá consultar a Gramática da Língua Portuguesa, de Maria Helena Mira Mateus, Ana Maria Brito, Inês Duarte e Isabel Hub Faria, pp. 303-305). Neste contexto, o verbo dever pode ser utilizado com ou sem preposição antes do verbo principal (ex.: ele deve ser rico = ele deve de ser rico). Há ainda autores (como Francisco Fernandes, no Dicionário de Verbos e Regimes, p. 240, ou Evanildo Bechara, na sua Moderna Gramática Portuguesa, p. 232) que consideram existir uma ligeira diferença semântica entre as construções com e sem a preposição, exprimindo as primeiras uma maior precisão (ex.: deve haver muita gente na praia) e as segundas apenas uma probabilidade (ex.: deve de haver muita gente na praia). O uso actual não leva em conta esta distinção, dando preferência à estrutura que prescinde da preposição (dever + infinitivo).



Como deverá ser: vice-diretores ou vices-diretores?
Vice- é um elemento de formação que indica "que substitui" ou "que está abaixo" (ex.: vice-presidente, vice-campeão) e não admite flexão (ex.: vice-presidentes, vice-campeões). Este elemento, segundos os textos que regulam a ortografia (tanto no português europeu como no português do Brasil, e tanto antes como depois da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990), deverá sempre estar ligado por hífen à palavra seguinte. Por vezes, a palavra vice é usada como redução de palavras que contêm o elemento vice- (ex.: o director estava ausente e foi representado pelo vice[-director]), correspondendo nesse caso a um substantivo que admite flexão (ex.: o director estava ausente e foi representado por um dos vices).