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tuíte

A forma tuítepode ser [primeira pessoa e terceira pessoa singular do presente e do pretérito imperfeito do conjuntivo de tuitartuitar], [primeira pessoa singular do presente e do futuro do conjuntivo de tuitartuitar], [segunda pessoa e terceira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do imperativo e do indicativo de tuitartuitar] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
tuítetuíte
|u-í| |u-í|
( tu·í·te

tu·í·te

)


nome masculino

Publicação de texto ou mensagem numa conta da rede social Twitter.

etimologiaOrigem etimológica:inglês tweet.
tuitar1tuitar1
|u-i| |u-i|
( tu·i·tar

tu·i·tar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

[Antigo] [Antigo] Defender, proteger.

etimologiaOrigem etimológica:latim tuitus, -a, -um, particípio passado de tueor, tueri, olhar, ver, guardar, proteger, sustentar + -ar.
tuitar2tuitar2
|u-i| |u-i|
( tu·i·tar

tu·i·tar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo e intransitivo

Publicar numa conta da rede social Twitter.

etimologiaOrigem etimológica:tuíte + -ar.


Dúvidas linguísticas



Minha dúvida é: Por que passei a vida estudando que o correto é falar para eu fazer, para eu comer, e etc., se a frase É fácil para mim estudar não está errada? Podem explicar essa última frase.
De facto, nos contextos exemplificados com duas orações na resposta para eu/para mim (ex.: isto é para eu fazer), deverá ser usado o pronome sujeito, pois na oração para eu fazer, o pronome desempenha essa função de sujeito. No caso do exemplo É fácil para mim estudar, o contexto é semelhante àquele referido na resposta pronomes pessoais rectos e oblíquos, em que o pronome não desempenha a função de sujeito, pois esta frase pode ser decomposta em Estudar [sujeito] é fácil [predicado] para mim [adjunto adverbial de interesse].



Qual destas frases está correcta: «Ele assegurou-me que viria» ou «Ele assegurou-me de que viria»? Li que o verbo "assegurar" é regido pela preposição "de" quando é conjugado pronominalmente; no entanto, só me soa bem dessa forma quando ele é conjugado reflexivamente, como em "Eles asseguraram-se de que não eram seguidos". Afinal, como é que é? Obrigada.
Os dicionários que registam as regências verbais, como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa ou o Dicionário sintáctico de verbos portugueses, estipulam que o verbo assegurar é regido pela preposição de apenas quando usado como pronominal (ex.: quando saiu de casa assegurou-se de que as janelas estavam fechadas). Para além do uso pronominal, o verbo assegurar pode ainda ser transitivo directo ou bitransitivo, isto é, seleccionar complementos não regidos por preposição (ex.: os testes assegurariam que o programa iria funcionar sem problemas; o filho assegurou-lhe que iria estudar muito).

Este uso preposicionado do verbo assegurar na acepção pronominal nem sempre é respeitado, havendo uma tendência generalizada para a omissão da preposição (ex.: quando saiu de casa assegurou-se que as janelas estavam fechadas). O fenómeno de elisão da preposição de como iniciadora de complementos com frases finitas não se cinge ao verbo assegurar, acontecendo também com outros verbos, como por exemplo aperceber (ex.: não se apercebeu [de] que estava a chover antes de sair de casa) ou esquecer (ex.: esquecera-se [de] que havia greve dos transportes públicos).