Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub

trasľavý

Palavra não encontrada. Se procurava uma das palavras seguintes, clique nela para consultar a sua definição.
traçais (norma europeia, na grafia pós-Acordo Ortográfico)
tralhava (norma brasileira)
traslar (norma brasileira)

Caso a palavra que procura não seja nenhuma das apresentadas acima, sugira-nos a sua inclusão no dicionário.
pub

Dúvidas linguísticas


Gostava que me informassem, se possível, sobre como se aplica o artigo na palavra personagem. Diz-se o personagem ou a personagem?
A palavra personagem entrou no português vinda do francês, e, regra geral, as palavras que no francês terminam em -age e que são masculinas (ex.: bagage, barrage, camouflage, dérapage, etc.), em português terminam em -agem e são femininas (ex.:bagagem, barragem, camuflagem, derrapagem, etc.). Acontece que o uso da palavra pelos falantes ou a influência do género masculino em francês levaram a que a palavra já esteja registada em obras lexicográficas de referência como palavra feminina ou masculina (por exemplo, no Vocabulário da Língua Portuguesa (1966) de Rebelo Gonçalves, no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001), da Academia das Ciências/Verbo, no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (2002), do Círculo de Leitores, ou no Grande Dicionário Língua Portuguesa (2004), da Porto Editora).

O artigo definido deverá então concordar com o substantivo personagem em género e número, consoante a consideremos palavra feminina (O Jasão é a minha personagem favorita) ou masculina (A Medeia é o meu personagem favorito). O que é importante é, no mesmo texto ou documento, ser coerente com a opção tomada e mantê-la.




Como se escreve? Eu não consigo deitar-me cedo. Eu não consigo me deitar cedo. Não consigo perceber se o não está associado ao primeiro ou segundo verbo, pois nos verbos reflexos na negativa os pronomes vêm antes do verbo.
O verbo conseguir, à semelhança de outros verbos como desejar, querer ou tentar, tem algumas propriedades análogas às de um verbo auxiliar mais típico (como o verbo ir, por exemplo). Nestes casos, este verbo forma com o verbo principal uma locução verbal, podendo o clítico estar antes do verbo auxiliar (ex.: eu não me vou deitar cedo; eu não me consigo deitar cedo) ou depois do verbo principal (ex.: eu não vou deitar-me cedo; eu não consigo deitar-me cedo). Isto acontece porque o verbo considerado auxiliar ou semiauxiliar pode formar com o verbo que o sucede uma locução verbal coesa, como se fosse um só verbo (e, nesse caso, o clítico é atraído pela partícula de negação não e desloca-se para antes da locução verbal) ou, por outro lado, o verbo conseguir pode manter algumas características de verbo pleno (e, nesse caso, o clítico me pode manter-se ligado ao verbo principal deitar, de que depende semanticamente). Nenhuma das duas construções pode ser considerada incorrecta, apesar de a segunda ser frequentemente considerada preferencial.

Nesta frase, o marcador de negação (o advérbio não) está claramente a negar o verbo conseguir e é semanticamente equivalente a "eu deito-me tarde, porque não sou capaz de me deitar cedo". Se estivesse a negar o verbo deitar-se (eu consigo não me deitar cedo), teria um valor semântico diferente, equivalente a "eu sou capaz de me deitar tarde", devendo nesse caso o clítico estar colocado antes do verbo deitar.

Palavra do dia

al·ma·ço al·ma·ço


(português antigo a lo maço)
adjectivo e nome masculino
adjetivo e nome masculino

Diz-se de ou espécie de papel grosso.

pub

Mais pesquisadas do dia



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/tras%C4%BEav%C3%BD [consultado em 26-07-2021]