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    queimo-ma

    incruado | adj.

    Diz-se do roçado cuja queima não foi completa....


    queimante | adj. 2 g.

    Que queima, picante....


    turícremo | adj.

    Que queima incenso; que incensa....


    urente | adj. 2 g.

    Que queima (ex.: dor urente)....


    arraigota | n. f.

    Tronco seco ou raiz para queimar....


    arroteia | n. f.

    Terreno agora cultivado, mas que antes era maninho ou inculto....


    chamusco | n. m.

    Queima do que se passa rapidamente por uma chama....


    facho | n. m.

    Haste que tem uma extremidade com substância inflamável, usada para iluminação ou sinalização....


    fachuco | n. m.

    Archote, molho de palha para queimar....


    ardido | adj. | n. m.

    Que foi consumido pelo fogo; que ardeu (ex.: a área ardida deste ano é superior à do ano passado)....


    queimódromo | n. m.

    Espaço ou recinto onde são realizadas as queimas das fitas universitárias e as festas a elas associadas (ex.: a banda animou o queimódromo na noite passada)....


    sideromante | n. 2 g.

    Pessoa que prediz o futuro pela observação da queima de palhas numa barra de ferro em brasa; praticante de sideromancia....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber uma palavra em português que comece com "vl"? Exemplo: Vladimir, mas não pode ser nome próprio.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?