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queima

adusto | adj.

Enegrecido pelo sol ou pelo calor (ex.: face adusta)....


incruado | adj.

Diz-se do roçado cuja queima não foi completa....


queimante | adj. 2 g.

Que queima, picante....


turícremo | adj.

Que queima incenso; que incensa....


urente | adj. 2 g.

Que queima (ex.: dor urente)....


arraigota | n. f.

Tronco seco ou raiz para queimar....


arroteia | n. f.

Queima de mato em terra inculta para ficar com o adubo da cinza....


chamusco | n. m.

Queima do que se passa rapidamente por uma chama....


defumadouro | n. m.

Planta ou droga que se queima para defumar....


facho | n. m.

Vegetação seca facilmente inflamável nas queimadas....


fachuco | n. m.

Archote, molho de palha para queimar....


mofa | n. f.

Cinza de faúlha que cai onde se queima lenha....


perfumador | adj. | n. m.

Recipiente em que se queimam ou com que se difundem substâncias aromáticas (ex.: perfumador em cerâmica)....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber o significado da palavra loadeando.
A forma loadeando corresponde a uma tentativa de adaptação do inglês loading (gerúndio do verbo to load, que significa “carregar”) à flexão do gerúndio de um verbo regular do português (que seria hipoteticamente o verbo *loadear). O termo inglês loading é muito comum na gíria tecnológica, sobretudo em aplicações e produtos informáticos de língua inglesa, indicando que o programa está a ser carregado na memória antes de ser executado. A tradução de loading para carregando ou a carregar seria uma adaptação mais conforme ao português. Alguns dicionários de língua portuguesa contemporânea, como o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002), registam já esta nova acepção de carregar.



Gostaria de saber se é correcto dizer a gente em vez de nós.
A expressão a gente é uma locução pronominal equivalente, do ponto de vista semântico, ao pronome pessoal nós. Não é uma expressão incorrecta, apenas corresponde a um registo de língua mais informal. Por outro lado, apesar de ser equivalente a nós quanto ao sentido, implica uma diferença gramatical, pois a locução a gente corresponde gramaticalmente ao pronome pessoal ela, logo à terceira pessoa do singular (ex.: a gente trabalha muito; a gente ficou convencida) e não à primeira pessoa do plural, como o pronome nós (ex.: nós trabalhamos muito; nós ficámos convencidos).

Esta equivalência semântica, mas não gramatical, em relação ao pronome nós origina frequentemente produções dos falantes em que há erro de concordância (ex.: *a gente trabalhamos muito; *a gente ficámos convencidos; o asterisco indica agramaticalidade) e são claramente incorrectas.

A par da locução a gente, existem outras, também pertencentes a um registo de língua informal, como a malta ou o pessoal, cuja utilização é análoga, apesar de terem menor curso.


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