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nórdicas

ostaga | n. f.

Cabo que sustém a verga da gávea ao longo do mastro....


anel | n. m.

Sinal diacrítico em forma de pequeno círculo, usado em especial sobre alguns sobre alguns caracteres (ex.: Å) de algumas línguas nórdicas....


esqui | n. m.

Espécie de patim comprido, de madeira, metal ou material sintético, para andar ou deslizar na neve....


nibelungos | n. m. pl.

Povo de anões da mitologia nórdica....


nazismo | n. m.

Movimento nacional-socialista alemão chefiado por Hitler....


combinado | adj. | n. m.

Que se combinou....


nórdico | adj. n. m.

Diz-se dos povos e do grupo de línguas ou da literatura dos povos de origem germânica que habitam o Norte da Europa....


escaldo | n. m.

Antigo bardo escandinavo....


fulmar | n. m.

Designação dada a várias aves procelariiformes da família dos procelariídeos do género Fulmarus....


valquíria | n. f.

Cada uma das divindades escandinavas que personificavam as virtudes dos heróis, serviam hidromel e cerveja aos que morriam em combate e os conduziam ao Valhala....


valhala | n. m. ou f.

Local paradisíaco, na mitologia escandinava, situado em Asgard, governado pelo deus Odin, e destinado a heróis mortos em batalha....


capelim | n. m.

Pequeno peixe pelágico (Mallotus villosus), encontrado nos mares nórdicos (ex.: ovas de capelim)....


relinga | n. f.

Corda com que se reforça o contorno da vela de uma embarcação....




Dúvidas linguísticas



O verbo abrir já teve há alguns séculos dois particípios, aberto e abrido? Se já teve porque não tem mais? E desde quando não tem mais? Qual é a regra para que abrir não seja abundante e com dois particípios?
Regra geral, os verbos têm apenas uma forma para o particípio passado. Alguns verbos, porém, possuem duas ou mais formas de particípio passado equivalentes: uma regular, terminada em -ado (para a 1ª conjugação) ou -ido (para a 2ª e 3ª conjugações), e outra irregular, geralmente mais curta.

Como se refere na resposta secado, a forma regular é habitualmente usada com os auxiliares ter e haver para formar tempos compostos (ex.: a roupa já tinha secado; havia secado a loiça com um pano) e as formas do particípio irregular são usadas maioritariamente com os auxiliares ser e estar para formar a voz passiva (ex.: a loiça foi seca com um pano; a roupa estava seca pelo vento).

As gramáticas e os prontuários (ver, por exemplo, a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, das Edições João Sá da Costa, 1998, pp. 441-442) listam os principais verbos em que este fenómeno ocorre, como aceitar (aceitado, aceito, aceite), acender (acendido, aceso) ou emergir (emergido, emerso), entre outros.

Dessas listas (relativamente pequenas) não consta o verbo abrir, nem há registos de que tenha constado. No entanto, por analogia, têm surgido, com alguma frequência, sobretudo no português do Brasil, formas participiais irregulares como *cego (de cegar), *chego (de chegar), *pego (de pegar), *prego (de pregar) ou *trago (de trazer).

Por outro lado, há também aparecimento de formas regulares como *abrido (de abrir) ou *escrevido (de escrever), por regularização dos particípios irregulares aberto ou escrito.

Na norma da língua portuguesa as formas assinaladas com asterisco (*) são desaconselhadas e devem ser evitadas.




Quero saber a origem da palavra "ló".
A palavra , na acepção “lado de onde sopra o vento”, entrou para o português através do francês lof, que por sua vez tem origem nórdica, talvez do neerlandês loef. Na acepção “tecido fino”, é de origem desconhecida e na acepção “instrumento musical” é de origem chinesa.

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