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contágio

pegadiço | adj.

Que se transmite por contágio....


Prática que consiste em manter ou aumentar a distância física entre pessoas para evitar o contacto directo, sobretudo em lugares públicos, e assim diminuir o risco de contágio e de propagação de doenças infecciosas....


profilaxia | n. f.

Conjunto das precauções higiénicas que devem tomar-se para evitar uma doença ou um contágio....


covidário | n. m.

Local, devidamente isolado e equipado que, num estabelecimento de saúde, se destina ao atendimento e ao tratamento de doentes com suspeita ou confirmação de infecção por COVID-19 (ex.: o hospital criou um covidário para reduzir os riscos de contágio)....


Elevada capacidade de transmissão de uma doença infecciosa....


contágio | n. m.

Transmissão de enfermidade pelo contacto imediato ou mediato que se tem com o doente....


contagioso | adj.

Que se transmite por contágio (ex.: doenças contagiosas)....


apanhar | v. tr. | v. pron. | v. intr.

Adquirir por contágio....


contagiar | v. tr. e pron. | v. tr.

Transmitir ou adquirir doença por contágio....


infectar | v. tr. | v. tr. e intr.

Causar ou sofrer contágio ou contaminação....


infeccionar | v. tr., intr. e pron. | v. tr.

Causar ou sofrer contágio ou contaminação....


transmitir | v. tr. | v. pron.

Comunicar por contágio....



Dúvidas linguísticas



Os vocábulos disfrutar e desfrutar existem? Qual a diferença?
Como poderá verificar no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a forma correcta é desfrutar e não disfrutar.



Gostaria de saber qual é a diferença entre haver e ter, quando estes verbos são utilizados como auxiliares: eu tinha dito/eu havia dito, ele tinha feito/ele havia feito. Também gostaria de saber se há diferença entre o português luso do português do Brasil.
Os verbos ter e haver são sinónimos como auxiliares de tempos compostos e são usados nos mesmos contextos sem qualquer diferença (ex.: eu tinha dito/eu havia dito); sendo que a única diferença é a frequência de uso, pois, tanto no português europeu como no português brasileiro, o verbo ter é mais usado.

Estes dois verbos têm também uso em locuções verbais que não correspondem a tempos compostos de verbos e aí há diferenças semânticas significativas. O verbo haver seguido da preposição de e de outro verbo no infinitivo permite formar locuções verbais que indicam valor futuro (ex.: havemos de ir a Barcelona; os corruptos hão-de ser castigados), enquanto o verbo ter seguido da preposição de e de outro verbo no infinitivo forma locuções que indicam uma obrigação (ex.: temos de ir a Barcelona; os corruptos têm de ser castigados).

Note-se uma diferença ortográfica entre as normas brasileira e portuguesa relativa ao verbo haver seguido da preposição de: no português europeu, as formas monossilábicas do verbo haver ligam-se por hífen à preposição de (hei-de, hás-de, há-de, hão-de) enquanto no português do Brasil tal não acontece (hei de, hás de, há de, hão de). Esta diferença é anulada com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, uma vez que deixa de haver hífen neste contexto (isto é, em qualquer das variedades deverão ser usadas apenas as formas hei de, hás de, há de, hão de).

Para outras diferenças entre as normas europeia e brasileira, queira, por favor, consultar outra resposta sobre o mesmo assunto em variedades de português.


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