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    chamando-te

    Semelhante ao tecido chamado bretanha....


    acareante | adj. 2 g.

    Que promove acareação....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    chamejante | adj. 2 g.

    Que lança chamas; ardente; afogueado....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    Preso à armadilha chamada gangorra....


    Que chama os humores à superfície da parte a que se aplica....


    farfalhudo | adj.

    Que chama muito a atenção, geralmente pela garridice ou pelo excesso dos adornos, pelas farfalheiras (ex.: chapéu farfalhudo)....


    flamífero | adj.

    Que origina ou traz consigo chamas....


    flamipotente | adj. 2 g.

    Poderoso em chamas (epíteto de Vulcano)....


    flamívomo | adj.

    Que vomita chamas (ex.: dragão flamívomo; fúria flamívoma)....


    Dizia-se de um composto oxigenado do cloro, chamado hoje peróxido de cloro....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?