Significado de patinaram-mos

    A forma patinaram-mospode ser [terceira pessoa plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de patinarpatinar] ou [terceira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de patinarpatinar].

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    patinar1patinar1
    ( pa·ti·nar

    pa·ti·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Deslizar ou deslocar-se sobre patins.

    2. Deslizar sobre uma superfície. = ESCORREGAR, RESVALAR

    3. Não sair do lugar, apesar de ter as rodas a rodar. = PATINHAR

    4. [Informal] [Informal] Mostrar hesitação. = TITUBEAR

    5. [Informal] [Informal] Estar entre a vida e a morte ou numa situação de saúde crítica.

    etimologiaOrigem:patim + -ar.

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    patinar2patinar2
    ( pa·ti·nar

    pa·ti·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Produzir artificialmente pátina num objeto.

    2. Fazer ganhar pátina.

    etimologiaOrigem:pátina + -ar.

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "patinaram-mos" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    rinque | n. m.

    Grande superfície plana destinada à prática de patinagem ou de atividades em patins....


    patine | n. f.

    Camada, formada por associação complexa de compostos de cobre, chumbo e zinco, que se forma em estátuas, moedas e outros objetos de cobre ou de ligas que contêm cobre, como bronze, devido a alteração natural resultante da exposição aos elementos (ex.: patine de cor verde)....


    patinagem | n. f.

    Ato ou exercício de patinar....


    patim | n. m.

    Calçado para patinar....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "patinaram-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Não encontrei o verbo contextualizar em nenhum dicionário. Podem me ajudar?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?