Significado de laureia-tos

    A forma laureia-tospode ser [segunda pessoa singular do imperativo de laurearlaurear] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de laurearlaurear].

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    laurear1laurear1
    ( lau·re·ar

    lau·re·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Coroar de louros.

    2. Premiar, galardoar.

    3. Recompensar.

    4. [Figurado] [Figurado] Festejar.

    5. Adornar, enfeitar.

    etimologiaOrigem:latim laureo, -are.

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    laurear2laurear2
    ( lau·re·ar

    lau·re·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    Passear ou estar sem fazer nada ou sem grandes preocupações. = ANDAR NO LARÉ, LAREAR, VADIAR

    etimologiaOrigem:alteração de larear.

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    Esta palavra no dicionário

    palmarés | n. m. 2 núm.

    Lista dos laureados num estabelecimento escolar, num concurso, num encontro desportivo....


    pevide | n. f.

    Semente de alguns frutos, geralmente de cucurbitáceas (ex.: pevides de abóbora)....


    laureio | n. m.

    Ato de laurear....


    galardoado | adj. n. m.

    Que ou quem recebeu um galardão ou um prémio....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "laureia-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.