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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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latoada

latoadalatoada | n.
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latoada latoada


nome

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Dúvidas linguísticas


Verifiquei que o dicionário Priberam já foi adequado às novas regras de ortografia vigentes e que a palavra pára-lamas é grafada para-lamas depois de aplicado o Acordo Ortográfico. No entanto, no dicionário consta que a palavra paraquedas fica grafada junta, o que parece ser um contrassenso com a palavra para-lamas.
Os compostos do tipo verbo + substantivo são geralmente hifenizados (ex.: cata-vento, guarda-roupa, lava-louça, tapa-olhos, etc.), como aliás se verifica no exemplário do ponto 1.º da Base XV do Acordo Ortográfico de 1990. No entanto, em observação a este ponto, o texto do acordo prevê como excepção a queda do hífen em mandachuva e paraquedas, considerando que, nestes dois casos, se perdeu "a noção de composição”, o que contraria a tradição lexicográfica (portuguesa e brasileira), que usualmente regista estes vocábulos hifenizados. Estes compostos aglutinados surgem como excepção para a hifenização, mas a lista de excepções contém "etc.", lançando a dúvida se as excepções podem ser estendidas a palavras do mesmo paradigma (com a forma verbal para ou com a forma verbal manda). A Priberam considerou apenas como excepções as palavras explicitadas, não estendendo a excepção a palavras do mesmo paradigma (ex.: para-lamas, para-brisas).
Aparentemente, o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras (São Paulo: Global, 2009) confirmou as opções tomadas pela Priberam neste ponto, excepto em alguns casos como vaga-lumear, que o VOLP regista inexplicavelmente vagalumear, ao contrário do que faz com vaga-lume.

O texto do Acordo de 1990 não prevê soluções para muitos dos problemas que cria e é lacunar, ambíguo ou incoerente em alguns aspectos, pelo que foi necessário definir linhas gerais explícitas e fornecer ao utilizador a explicação de algumas opções tomadas pela Priberam, quer na adaptação do Dicionário Priberam da Língua Portuguesa ao Acordo Ortográfico, quer nas novas versões dos correctores ortográficos do FLiP. Essas opções estão disponíveis em https://www.priberam.pt/docs/CriteriosFLiPAO.pdf.





Gostava de saber se a vossa ferramenta FLiP pode corrigir palavras com especificação de gênero, sugerindo palavras que não especificam gênero masculino ou feminino. Por exemplo, a correção de "menino" para "menine", para ser neutro.
O FLiP (Ferramentas para a Língua Portuguesa) oferece verificação e sugestões de correcção em casos de concordâncias de género, número e pessoa. No entanto, no caso especificado não se trata de um erro de concordância, mas de uma tomada de posição sociopolítica que, por opção individual, se reflecte linguisticamente, e que os correctores ortográficos, sintácticos e estilísticos não incorporam por não se tratar de prática generalizada pelos falantes e escreventes do português nem estar consignada pelos instrumentos legais que dispõem sobre a ortografia da língua portuguesa.
Adicionalmente, deve referir-se que, em português, o género gramatical não corresponde sempre ao sexo da entidade referente. Além disso, a língua portuguesa, tal como é usada pelos falantes e descrita pelas gramáticas, não tem género neutro, sendo o género em português uma categoria morfossintáctica dos nomes que admite apenas dois valores (feminino e masculino).

Em geral, quando associado a um nome animado, o género aplica-se a entidades de sexo masculino ou feminino, mas a oposição de género masculino/feminino não se limita a esta distinção, havendo, principalmente nos nomes inanimados, convenções linguísticas que não têm nenhum referente relacionado com o sexo (ex.: o frasco , a garrafa). Para além disso, os nomes epicenos (ex.: elefante [fêmea/macho]) e os nomes sobrecomuns (ex.: o cônjuge; a vítima), apesar de terem um valor único de género, podem designar entidades de sexo feminino ou masculino.
Os nomes de dois géneros (ou nomes comuns de dois), quando a mesma forma se pode aplicar ao género feminino e ao masculino, são ambíguos quanto ao género, mas o contexto sintáctico geralmente resolve essa ambiguidade (ex.: a/o estudante aplicada/o). A oposição de género reflecte-se ainda na referência ou substituição por um pronome, na concordância com modificadores (adjectivos, por exemplo) ou na presença de sufixos ou desinências.

A alteração de menino ou menina para *menine, *meninx, *menin@ ou outro tipo de soluções gráficas sem marcação de género não seria propriamente uma correcção, pois do ponto de vista ortográfico essas seriam consideradas formas erradas, uma vez que a ortografia é a parte da língua mais convencional e a única sujeita a textos legais. A alteração para desinências sem marcação explícita de género é uma opção individual do utilizador da língua, que o corrector automático não pode aplicar à generalidade dos usuários nas frases típicas alvo de correcção.

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Palavra do dia

ho·rar ho·rar


(hora + -ar)
verbo intransitivo

[Informal]   [Informal]  Esperar ou deixar passar o tempo até uma hora em que algo acontece ou termina. = FAZER HORAS, FAZER TEMPO

Confrontar: orar.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/latoada [consultado em 08-12-2022]