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intelectualmente

A forma intelectualmentepode ser [derivação de intelectualintelectual] ou [advérbio].

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intelectualmenteintelectualmente
|lèct| |lèct|
( in·te·lec·tu·al·men·te

in·te·lec·tu·al·men·te

)


advérbio

De modo intelectual.

etimologiaOrigem etimológica:intelectual + -mente.
intelectualintelectual
|lèct| |lèct|
( in·te·lec·tu·al

in·te·lec·tu·al

)


adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

1. Que é do domínio da inteligência.

2. Relativo à inteligência.

3. Espiritual.


adjectivo de dois géneros e nome de dois génerosadjetivo de dois géneros e nome de dois géneros

4. Que ou quem tem gosto predominante pelas coisas do espírito.

5. Que ou quem tem uma actividade intelectual permanente ou predominante.

6. Que ou quem tem grande cultura.

etimologiaOrigem etimológica:latim intellectualis, -e.
Colectivo:Coletivo:Coletivo:intelectualidade.

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Dúvidas linguísticas



A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).




Tenho dúvidas como se escreve: a gerente administrativa ou a gerente administrativo. Qual a forma correta?
A palavra gerente é invariável em género, mas os adjectivos e determinantes que a modificam devem flexionar tendo em conta o sexo da pessoa a que se referem. Assim, deverá escrever o gerente administrativo e a gerente administrativa.