Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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in·fec·ci·o·so |ècç| ou |èç...ô| in·fec·ci·o·so |ècç...ô| ou in·fe·ci·o·so |èç...ô| in·fec·ci·o·so |ècç...ô|
adjectivo
adjetivo

Que produz infecção ou provém dela.

Plural: ...osos |ó|.Plural: ...osos |ó|.

• Dupla grafia pelo Acordo Ortográfico de 1990: infecioso.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: infeccioso.


• Grafia no Brasil: infeccioso.

• Grafia em Portugal: infecioso.
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Dúvidas linguísticas


Qual a frase correcta: O contribuinte foi orientado a manter o carnê em dia. ou O contribuinte foi orientado manter o carnê em dia. Qual está correta? Orientado a manter ou orientado manter.
Relativamente à frase O contribuinte foi orientado a manter o carnê em dia, a preposição deverá manter-se (podendo ser substituída por para), pois a expressão a manter o carnê em dia é uma oração subordinada adverbial final, equivalente a para que mantivesse o carnê em dia ou a que mantivesse o carnê em dia.



Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.
Como deverá ser do seu conhecimento, a Priberam, sendo uma empresa privada, não teve qualquer intervenção ou influência na redacção, aprovação e/ou aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, limitando-se apenas a adaptar os seus produtos de cariz linguístico a um acordo com valor legislativo e a divulgar as novas regras por ele estipuladas, permitindo assim aos utilizadores da língua portuguesa e dos produtos e serviços da Priberam uma familiarização gradual com a nova grafia. É de referir que a Priberam tem feito uma análise crítica do texto legal e dos problemas colocados na sua aplicação efectiva, como poderá verificar na secção Acordo Ortográfico em www.flip.pt.

A ortografia é um conjunto de regras convencionadas; como tal, é artificial e muitas vezes com motivações pouco claras para o utilizador.

No caso específico da alteração de pára que passa a para, (cf. Base IX, 9.º), o texto da “Nota Explicativa” (no ponto 5.4.1) que se segue ao texto do Acordo Ortográfico, pretende justificar esta alteração da seguinte forma:
“a) Em primeiro lugar, por coerência com a abolição do acento gráfico já consagrada pelo Acordo de 1945, em Portugal, e pela Lei n.º 5765, de 18 de Dezembro de 1971, no Brasil, em casos semelhantes, como, por exemplo: acerto (ê), substantivo, e acerto (é), flexão de acertar; acordo (ô), substantivo, e acordo (ó), flexão de acordar; cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; sede (ê) e sede (é), ambos substantivos; etc.;
b) Em segundo lugar, porque, tratando-se de pares cujos elementos pertencem a classes gramaticais diferentes, o contexto sintáctico permite distinguir claramente tais homógrafas.”

É de referir que esta opção parece ser inconsistente com o estipulado no n.º 3 da Base VIII para o caso do verbo pôr e da preposição por: "3.º Prescinde-se de acento gráfico para distinguir palavras oxítonas homógrafas, mas heterofónicas/heterofônicas, do tipo de cor (ô), substantivo, e cor (ó), elemento da locução de cor; colher (ê), verbo, e colher (é), substantivo. Excetua-se a forma verbal pôr, para a distinguir da preposição por." Repare-se como o critério que é válido para pôr/por não parece ser suficiente no caso de pára/para, o que é revelador de falta de sistematicidade.

Por outro lado ainda, este Acordo Ortográfico de 1990 admite, na Base IX, 6.º b), a grafia fôrma, a par de forma, apesar de se tratar da reinserção de uma grafia que já fora abolida quer no português europeu, quer no português do Brasil, e de contrariar, de alguma forma, o disposto na mesma base, ponto 10.º.

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Palavra do dia

tes·tar tes·tar 2 - ConjugarConjugar
(latim testor, -ari, depor, deixar em testamento)
verbo transitivo

1. Deixar em testamento. = LEGAR

2. Adquirir por testamento. = HERDAR

3. [Antigo]   [Antigo]  Testemunhar, atestar.

verbo intransitivo

4. Fazer testamento.


tes·tar tes·tar 1 - ConjugarConjugar
(teste + -ar)
verbo transitivo

1. Submeter a teste ou experiência (mecanismo, sistema, etc.). = EXPERIMENTAR

verbo transitivo e pronominal

2. Pôr(-se) à prova.

3. Submeter(-se) a avaliação. = AVALIAR


tes·tar tes·tar 3 - ConjugarConjugar
(testo + -ar)
verbo transitivo

[Portugal: Beira, Trás-os-Montes]   [Portugal: Beira, Trás-os-Montes]  Tornar testo. = ENTESAR

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/infecciosa [consultado em 17-12-2018]