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esquecidos

esquecidosesquecidos | n. m. pl.
masc. pl. part. pass. de esqueceresquecer
masc. pl. de esquecidoesquecido
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

es·que·ci·dos |è|es·que·ci·dos |è|


nome masculino plural

Pequenos bolos de farinha, ovos e açúcar.


es·que·cer |è...ê|es·que·cer |è...ê|

- ConjugarConjugar

verbo transitivo

1. Fazer com que (alguma coisa) saia da lembrança (própria ou alheia).

2. Pôr em esquecimento; desprezar; omitir.

verbo intransitivo

3. Sair da memória.

4. Não se lembrar.

5. Deixar (alguma coisa por esquecimento ou descuido em alguma parte).

6. Perder a sensibilidade.

verbo pronominal

7. Não se lembrar.

8. Perder a lembrança.

9. Ter (algum sentido) enlevado.

10. Obrar de modo pouco em harmonia (com a sua pessoa ou dignidade).


Ver também resposta à dúvida: pronúncia de esquecer.

es·que·ci·do |è|es·que·ci·do |è|


(particípio de esquecer)
adjectivo e nome masculino
adjetivo e nome masculino

1. Que ou aquele que se esquece frequentemente.

adjectivo
adjetivo

2. Que se esqueceu.

3. A que se não liga importância.

4. Abandonado.

5. Pateta.

nome masculino

6. [Culinária]   [Culinária]  Biscoito de formato redondo e achatado, feito à base de farinha, açúcar, ovos e raspa de limão.

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Dúvidas linguísticas


Gostava de saber se a vossa ferramenta FLiP pode corrigir palavras com especificação de gênero, sugerindo palavras que não especificam gênero masculino ou feminino. Por exemplo, a correção de "menino" para "menine", para ser neutro.
O FLiP (Ferramentas para a Língua Portuguesa) oferece verificação e sugestões de correcção em casos de concordâncias de género, número e pessoa. No entanto, no caso especificado não se trata de um erro de concordância, mas de uma tomada de posição sociopolítica que, por opção individual, se reflecte linguisticamente, e que os correctores ortográficos, sintácticos e estilísticos não incorporam por não se tratar de prática generalizada pelos falantes e escreventes do português nem estar consignada pelos instrumentos legais que dispõem sobre a ortografia da língua portuguesa.
Adicionalmente, deve referir-se que, em português, o género gramatical não corresponde sempre ao sexo da entidade referente. Além disso, a língua portuguesa, tal como é usada pelos falantes e descrita pelas gramáticas, não tem género neutro, sendo o género em português uma categoria morfossintáctica dos nomes que admite apenas dois valores (feminino e masculino).

Em geral, quando associado a um nome animado, o género aplica-se a entidades de sexo masculino ou feminino, mas a oposição de género masculino/feminino não se limita a esta distinção, havendo, principalmente nos nomes inanimados, convenções linguísticas que não têm nenhum referente relacionado com o sexo (ex.: o frasco , a garrafa). Para além disso, os nomes epicenos (ex.: elefante [fêmea/macho]) e os nomes sobrecomuns (ex.: o cônjuge; a vítima), apesar de terem um valor único de género, podem designar entidades de sexo feminino ou masculino.
Os nomes de dois géneros (ou nomes comuns de dois), quando a mesma forma se pode aplicar ao género feminino e ao masculino, são ambíguos quanto ao género, mas o contexto sintáctico geralmente resolve essa ambiguidade (ex.: a/o estudante aplicada/o). A oposição de género reflecte-se ainda na referência ou substituição por um pronome, na concordância com modificadores (adjectivos, por exemplo) ou na presença de sufixos ou desinências.

A alteração de menino ou menina para *menine, *meninx, *menin@ ou outro tipo de soluções gráficas sem marcação de género não seria propriamente uma correcção, pois do ponto de vista ortográfico essas seriam consideradas formas erradas, uma vez que a ortografia é a parte da língua mais convencional e a única sujeita a textos legais. A alteração para desinências sem marcação explícita de género é uma opção individual do utilizador da língua, que o corrector automático não pode aplicar à generalidade dos usuários nas frases típicas alvo de correcção.




Quando uma carta formal é iniciada por "Eu...", deve de ter o título? "Eu, Dr. João..." ou "Eu, D. Ana..."? No caso de ser Dona, como é a abreviatura? E no caso de ser Dom?
Não há nenhuma norma linguística que impeça a indicação do título do sujeito de um texto formal, como no caso de editais, testamentos ou declarações. No entanto, é mais comum surgir apenas a indicação do nome do sujeito, sem o título, talvez por ser menos ostentatório. A abreviatura de dom ou dona é D. (ex.: D. José, D. Mariana).
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Palavra do dia

vi·trí·o·lo vi·trí·o·lo


(latim tardio vitriolum, do latim vitrum, -i, vidro)
nome masculino

[Antigo]   [Antigo]   [Química]   [Química]  Nome vulgar do ácido sulfúrico e de alguns sulfatos.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/esquecidos [consultado em 26-09-2022]