Significado de empinar-se-mos

    A forma empinar-se-mospode ser [infinitivo de empinarempinar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de empinarempinar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de empinarempinar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de empinarempinar] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de empinarempinar].

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    empinarempinar
    ( em·pi·nar

    em·pi·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Pôr ou pôr-se a pino ou em posição vertical (ex.: empinou a bicicleta e caiu para trás; o sol já se empinou).

    2. Elevar ou elevar-se ao máximo, ao pináculo. ≠ DESEMPINAR

    verbo transitivo

    3. Beber até à última gota de. = DESPEJAR, EMBORCAR, ENTORNAR, VIRAR

    verbo transitivo e intransitivo

    4. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Aprender de maneira a guardar na memória, mas sem compreender; aprender de cor. = DECORAR, ENCORNAR ≠ ESQUECER

    verbo pronominal

    7. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Levantar-se sobre os pés ou as patas traseiras (ex.: o cavalo empinava-se). = ENCABRITAR-SE

    8. [Figurado] [Figurado] Mostrar-se vaidoso ou arrogante. = EMPERTIGAR-SE, EMPROAR-SE, ENSOBERBECER-SE

    etimologiaOrigem:em- + pino + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    apicoado | adj.

    Desbastado toscamente a picão....


    cabreado | adj.

    Diz-se do cavalo empinado....


    empinado | adj.

    Direito; alcantilado; erguido....


    enfestado | adj.

    Dobrado ao meio da largura....


    enfesto | adj.

    Escarpado; empinado....


    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      Numa leitura encontrei os termos filofascista e filofascismo. Qual é o seu significado?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?