Significado de empenou-se-ma

    A forma empenou-se-maé [terceira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de empenarempenar].

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    empenar1empenar1
    ( em·pe·nar

    em·pe·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo, intransitivo e pronominal

    1. Torcer-se, curvar-se (a madeira), por ação do calor ou da humidade. = CORCAR

    2. Perder a forma, ficando torto. = ENTORTAR, DEFORMAR ≠ ENDIREITAR

    3. Desviar(-se) da linha de prumo.

    4. [Informal] [Informal] Causar ou sentir dificuldades de movimentos ou de locomoção. = EMPERRAR

    etimologiaOrigem:em + latim pinus, -i, pinheiro + -ar.

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    empenar2empenar2
    ( em·pe·nar

    em·pe·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo e pronominal

    1. Criar penas.

    verbo transitivo e pronominal

    2. Enfeitar(-se) com penas ou plumas. = EMPLUMAR ≠ DESEMPLUMAR

    etimologiaOrigem:em- + pena + -ar.

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "empenou-se-ma" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    empenado | adj.

    Deformado ou torcido....


    empeno | n. m.

    Estado da madeira empenada....


    taleira | n. f.

    Peça de madeira que une as falcas das carretas de artilharia....


    desempeno | n. m.

    Operação de desempenar....


    perro | adj. | n. m.

    Que não desliza ou cujo normal funcionamento oferece resistência ao movimento....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "empenou-se-ma" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.