Significado de confine-se-vos

    A forma confine-se-vospode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de confinarconfinar], [terceira pessoa singular do imperativo de confinarconfinar] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de confinarconfinar].

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    confinarconfinar
    ( con·fi·nar

    con·fi·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Estar limítrofe; ter limite comum. = CONFRONTAR

    verbo transitivo e pronominal

    2. Limitar, circunscrever; desterrar alguém para determinada região distante.

    3. Encerrar ou encerrar-se dentro de um espaço ou de certos limites. = ENCLAUSURAR, ISOLAR ≠ DESCONFINAR, DESENCLAUSURAR, LIBERTAR, SOLTAR

    etimologiaOrigem:confim + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    lindeiro | adj.

    Que está no limite de um espaço ou confina com um espaço (ex.: área lindeira, imóvel lindeiro, lote lindeiro)....


    represado | adj.

    Que se represou; detido, suspenso....


    covidiano | adj.

    Relativo a uma doença infecciosa respiratória causada pelo coronavírus SARS-CoV-2; relativo à COVID-19 (ex.: confinamento covidiano)....


    confinante | adj. 2 g.

    Que faz fronteira; que é contíguo (ex.: povos confinantes; terreno confinante)....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.