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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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colam

3ª pess. pl. pres. ind. de colarcolar
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co·lar co·lar 2

- ConjugarConjugar

(cola + -ar)
verbo transitivo

1. Pegar ou unir com cola.

2. Juntar cola para dar consistência.

3. Ajustar, ligar.

4. Aplicar sobre.

5. [Informática]   [Informática]  Inserir texto ou outro conteúdo copiado para a área de transferência.

6. [Jogos]   [Jogos]  Encostar à tabela (a bola do bilhar).

7. [Enologia]   [Enologia]  Clarificar o vinho com cola.

verbo transitivo e pronominal

8. Pôr ou ficar muito perto de algo (ex.: colou as costas à parede; colou-se ao carro da frente). = ENCOSTAR

verbo intransitivo

9. Assentar, ficar, adaptar-se.

10. [Informal]   [Informal]  Ser considerado verdadeiro ou digno de crédito (ex.: a história que ele conta não cola). = PEGAR

verbo transitivo e intransitivo

11. [Brasil]   [Brasil]  Fazer uso de cola, de apontamento fraudulento como auxílio em testes ou exames. (Equivalente no português de Portugal: cabular.)


co·lar co·lar 3

- ConjugarConjugar

(latim coll[atio, -onis] reunião, encontro, embate, contribuição + -ar)
verbo transitivo

1. Conferir benefício eclesiástico.

2. Dar posse em emprego, cargo ou função. = INVESTIR

3. [Brasil]   [Brasil]  Receber grau académico.


co·lar co·lar 1


(latim collare, -is, coleira)
nome masculino

1. Ornato para trazer ao pescoço.Ver imagem

2. Insígnia de certas ordens.

3. Gola, colarinho.Ver imagem

4. Plumagem de diferente cor no pescoço das aves.

5. [Figurado]   [Figurado]  Jugo; sujeição.


colar cervical
[Medicina]   [Medicina]  Aparelho ortopédico usado sobre o pescoço para tratar de dores, traumatismos na zona cervical ou impedir movimentos da espinha dorsal e suportar a cabeça (ex.: colar cervical semi-rígido).

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Dúvidas linguísticas


Qual a escrita correcta para o planeta? Urano ou Úrano?
Os vocabulários tidos como as maiores referências para o português europeu (Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves e Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado) registam apenas a forma Úrano, referindo Rebelo Gonçalves que a forma Urano, apesar de corrente, “é inexacta”. Esta indicação deve-se à forma latina Uranus, em que o U da antepenúltima sílaba é uma vogal longa (sendo o -a- da penúltima sílaba uma vogal breve), o que corresponde geralmente a uma palavra esdrúxula em português.

No entanto, parece ter havido uma regularização da acentuação da palavra (em português, o padrão mais regular de acentuação é o das palavras graves, isto é, acentuadas na penúltima sílaba), e é de facto muito corrente a forma Urano, inclusivamente com registo em dicionários. Por este motivo, e apesar de a forma Úrano ser a preferida pelos autores mais puristas, pode hoje considerar-se aceitável também a forma Urano.




A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?
O verbo apelar pode ser intransitivo, isto é, admite uma construção sem complemento nominal obrigatório (ex.: O advogado apelou), ou transitivo indirecto, isto é, admite uma construção com um complemento nominal regido de preposição, que pode ser a, de ou para, consoante os contextos ou as acepções. A construção de apelar com a preposição de é usual no sentido que diz respeito a recurso de decisões ou sentenças (ex. O advogado apelou da sentença). As construções que parecem ser objecto de dúvida são aquelas em que se utiliza as preposições a ou para. Neste caso, ambas estão atestadas nos principais dicionários de língua e de regência verbais, sendo possíveis e correctas as construções O padre apelou aos crentes ou O padre apelou para os crentes. Esta construção pode ainda complicar-se como o exemplo apresentado sugere: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis.

Os dicionários e as gramáticas geralmente não se pronunciam sobre estas construções mais complexas, por haver dificuldade em descrevê-las ou designá-las. Neste caso, o complemento assinalado constitui um outro complemento indirecto que se articula com o primeiro. Do ponto de vista sintáctico, não parece existir motivo para a preposição não poder ser a mesma nos dois casos (ex.: O padre apelou aos crentes a se manterem fiéis.), mas para evitar ambiguidades ou dificuldades de percepção, a preposição deverá ser diferente. Se se entender que a construção é demasiado complexa, é possível simplificá-la apenas com um complemento indirecto, mantendo toda a informação semântica (ex.: O padre apelou a que os crentes se mantivessem fiéis ou O padre apelou para os crentes se manterem fiéis).

A construção que não respeita a regência do verbo é aquela em que existe um complemento directo, isto é, um complemento nominal não regido de preposição. Assim sendo, o exemplo *O padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina pode ser considerado agramatical, pois o verbo deve ter um complemento indirecto, logo o complemento destacado deverá ser introduzido por uma preposição: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis à doutrina.

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Palavra do dia

mas·to·gra·fi·a mas·to·gra·fi·a


(masto- + -grafia)
nome feminino

[Medicina]   [Medicina]  Radiografia da glândula mamária. = MAMOGRAFIA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/colam [consultado em 15-10-2021]