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cavaca

A forma cavacapode ser [feminino singular de cavacocavaco] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
cavacacavaca
( ca·va·ca

ca·va·ca

)
Imagem

CulináriaCulinária

Bolo seco coberto de calda de açúcar.


nome feminino

1. [Culinária] [Culinária] Bolo seco coberto de calda de açúcar.Imagem

2. Pedaço ou lasca de lenha. = CAVACO

etimologiaOrigem etimológica:alteração de cavaco.
cavacocavaco
( ca·va·co

ca·va·co

)
Imagem

ZoologiaZoologia

Designação dada a algumas espécies de crustáceos decápodes, de corpo cilíndrico revestido de carapaça, menores do que a lagosta.


nome masculino

1. Pedaço ou lasca de lenha. = CAVACA

2. Conversação amigável, geralmente em lugar cómodo. = CAVAQUEIRA

3. [Informal] [Informal] Mostras de enfado ou zanga, da parte de quem é troçado.

4. [Música] [Música] O mesmo que cavaquinho.

5. [Zoologia] [Zoologia] Designação dada a algumas espécies de crustáceos decápodes, de corpo cilíndrico revestido de carapaça, menores do que a lagosta.Imagem

6. [Brasil] [Brasil] [Ictiologia] [Ictiologia] Peixe perciforme (Oligoplites saurus), da família dos carangídeos, de corpo longo, coloração prateada, sendo mais clara nos flancos, barbatanas amarelas, encontrado no Oceano Atlântico. = SOLTEIRA, TÁBUA

7. [Brasil] [Brasil] [Ictiologia] [Ictiologia] Peixe perciforme (Caranx crysos), da família dos carangídeos, de dorso oliváceo ou verde-azulado, com os flancos e o ventre prateados ou dourados, encontrado em águas atlânticas. = XARELETE, XARÉU


dar o cavaco

Zangar-se.

dar o cavaco por

Gostar muito de.

não dar cavaco

[Informal] [Informal] Não responder ou não reagir.

sem dar cavaco

[Informal] [Informal] Sem dar explicações; sem aviso prévio (ex.: saiu da sala sem dar cavaco a ninguém).

etimologiaOrigem etimológica:cava + -aco.

Auxiliares de tradução

Traduzir "cavaca" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber qual o antônimo de pensando.
É difícil encontrar uma palavra antónima para o verbo pensar (o mais fácil é a locução não pensar). No entanto, e apenas em alguns contextos, é possível utilizar o antónimo esquecer (por exemplo, pensou no pai) ou desconhecer (por exemplo, pensou na solução mais correcta).



Uso, frequentemente, o vosso dicionário para esclarecer algumas dúvidas de palavras no português europeu. Ultimamente tenho me deparado com algumas escritas enviesadas a propósito do novo acordo ortográfico. É nesse sentido que mais recorro ao vosso dicionário, uma vez que esclarecem as palavras de dupla grafia. Tem sido bastante útil e parabenizo-vos pelo projeto. Porém, reparei que a palavra contacto, no vosso dicionário, surge como grafia única, quando deverá ser de dupla grafia (contacto ou contato).
Como previsto pelo texto do Acordo Ortográfico de 1990, as duplas grafias são registadas no Dicionário Priberam nos casos em que a chamada "norma culta" hesita entre a prolação e o emudecimento das consoantes -c- e -p-. A "norma culta", que o texto legal tantas vezes invoca como critério para aproximar a grafia da pronúncia, é difícil de aferir, pelo que, para as opções do dicionário ou do corrector ortográfico do FLiP, a Priberam levou em consideração a transcrição fonética ou as indicações de pronúncia (ortoépia) registadas em dicionários e vocabulários.

Nas ferramentas da Priberam para o português europeu, a grafia da palavra contacto não sofre alteração com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 uma vez que, na norma europeia do português, o -c- é maioritariamente pronunciado, como poderá verificar pela consulta de dicionários ou vocabulários com transcrição fonética ou ortoépica, nomeadamente no Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves, no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou no Grande Dicionário de Língua Portuguesa da Porto Editora. Este caso é semelhante a outros em que a consoante é pronunciada (ex.: adaptar, facto, intelectual, pacto, secção) e que, consequentemente, não sofrem alteração no português europeu com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990.

As grafias referidas não são necessariamente as mesmas no português do Brasil, pois as diferenças de pronúncia entre a norma europeia do português e a norma brasileira fazem com que, mesmo após a aplicação do Acordo Ortográfico, sejam privilegiadas grafias diferentes em cada uma das normas (ex.: académico, facto, receção, secção, na norma europeia; acadêmico, fato, recepção, seção, na norma brasileira).