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carrinho

carrinhocarrinho | n. m. | n. m. pl.
derivação masc. sing. de carrocarro
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

car·ri·nho car·ri·nho


(carro + -inho)
nome masculino

1. Pequeno carro.

2. Carro de brincar, especialmente para crianças.

3. Pequeno veículo que se empurra para transportar objectos ou mercadorias (ex.: carrinho de supermercado; vou buscar um carrinho para as malas).

4. Cilindro para enrolar linhas, retrós, etc. = CARRETE, CARRETEL

5. [Cinema, Televisão]   [Cinema, Televisão]  Veículo ou plataforma que permite o deslocamento da máquina de filmar.

6. [Desporto]   [Esporte]  Movimento de um jogador de futebol, destinado a retirar a bola ao adversário, que consiste em atirar-se e deslizar pelo chão com as pernas para a frente (ex.: o defesa foi expulso na sequência de um carrinho).

7. [Antigo]   [Antigo]  Argola e corrente de ferro que se adaptava às pernas dos soldados castigados.


carrinhos
nome masculino plural

8. [Brasil: Sul]   [Brasil: Sul]  Os maxilares.


carrinho de bebé
Veículo destinado ao transporte de crianças pequenas, geralmente dobrável, constituído por um assento sobre rodas.

carrinho de esferas
O mesmo que carrinho de rolamentos.

carrinho de mão
Veículo com apenas uma roda dianteira, geralmente com duas barras na parte de trás para ser empurrado e usado para transportar materiais.Ver imagem = CARRO DE MÃO

carrinho de rolamentos
Carrinho artesanal composto de uma tábua montada em cima de rolamentos ou mecanismos que diminuem a resistência ao atrito com duas peças metálicas que rolam uma sobre a outra.

carrinho de rolemã
[Brasil]   [Brasil]  O mesmo que carrinho de rolamentos.

carrinho de rolimã
[Brasil]   [Brasil]  O mesmo que carrinho de rolamentos.


car·ro car·ro


(latim carrus, -i, carro de quatro rodas, carroça)
nome masculino

1. Veículo de rodas para transporte de pessoas ou mercadorias (ex.: carro de bois).

2. Veículo com motor próprio, geralmente com quatro rodas, destinado a transporte de passageiros ou de carga. = AUTOMÓVEL

3. Vagão que corre sobre carris. = CARRUAGEM

4. Bobina para enrolar fios. = CARRETE, CARRETEL, CARRINHO

5. [Figurado]   [Figurado]  Dependência, sujeição.

6. [Tipografia]   [Tipografia]  Parte móvel de uma máquina de impressão.

7. Parte da máquina de escrever que se desloca lateralmente.Ver imagem

8. [Marinha]   [Marinha]  Parte da popa que indica a altura da água que tem o leme.

9. [Marinha]   [Marinha]  Parte mais grossa e inferior da verga de mezena.

10. Ventre da lagosta.

11. [Regionalismo]   [Regionalismo]  Quarenta (falando-se dos anos de idade).


carro celular
[Portugal]   [Portugal]  Viatura de polícia, com compartimento traseiro fechado, usada para transportar presos. (Equivalente no português do Brasil: camburão.)

carro de assalto
[Militar]   [Militar]  O mesmo que carro de combate.

carro de cesto
[Portugal: Madeira]   [Portugal: Madeira]  Espécie de tobogã para dois passageiros, conduzido por dois carreiros, que o manobram com cordas numa ladeira íngreme.Ver imagem

carro de combate
[Militar]   [Militar]  Veículo automotor blindado, geralmente com lagartas e armado com metralhadoras, canhões, lança-chamas, mísseis, etc.

carro de manchego
[Artilharia]   [Artilharia]  Carro de munição da artilharia.

carro de mão
Veículo com apenas uma roda dianteira, geralmente com duas barras na parte de trás para ser empurrado e usado para transportar materiais.Ver imagem = CARRINHO DE MÃO

carro de praça
Carro de aluguer. = TÁXI

carro eléctrico
Viatura urbana de transporte de passageiros, geralmente com apenas uma composição, movida por electricidade e que circula sobre carris de ferro.Ver imagem = ELÉCTRICO, TRÂMUEI

Automóvel movido a electricidade.

pôr o carro à frente dos bois
[Informal]   [Informal]  Fazer algo fora da ordem normal ou habitual; precipitar-se, invertendo a ordem ou o procedimento esperados.

pôr o carro adiante frente dos bois
[Informal]   [Informal]  O mesmo que pôr o carro à frente dos bois.

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Auxiliares de tradução

Traduzir "carrinho" para: Espanhol | Francês | Inglês

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Dúvidas linguísticas


Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?
A Priberam Informática não pretende responder especificamente a perguntas do Campeonato Nacional da Língua Portuguesa, mas apenas a dúvidas linguísticas que lhe são colocadas e que são consideradas pertinentes, sendo as respostas redigidas tendo em conta a clareza e a concisão para os utilizadores.

As concordâncias são um caso problemático no português, como deixam claro Telmo Móia e João Peres no capítulo 7 de Áreas Críticas do Português (Caminho, 1995), e o caso em questão, aquele grupo de jovens, parece fazer parte de um conjunto de expressões formadas por um nome (como grupo ou conjunto) que, combinado com outro, “permitem referir colecções de objectos, sem as quantificarem” (Móia e Peres, p. 471). Esta reflexão parece mostrar que este grupo difere um pouco das expressões partitivas (como parte, porção ou maioria) que referem Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo (Edições João Sá da Costa, 1998, p. 496). No entanto, tanto num caso como noutro, a construção mais neutra deveria corresponder a uma unidade, ao todo, isto é, pegando no texto de Cunha e Cintra ("Deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo."), o plural parece ser uma maneira de modalizar o discurso, dando-lhe um matiz menos neutro, enfatizando, na unidade, os seus elementos constituintes. Vemos como estas construções são problemáticas quando comparadas, por exemplo, com um grupo nominal como carro das mercadorias, onde não hesitaríamos (ou hesitaríamos menos) em identificá-lo como uma unidade, com a correspondente flexão do verbo que se lhe seguisse (O carro das mercadorias entrou na rua). Por este motivo reiteramos as nossas observações da resposta concordâncias (I).

No que diz respeito à concordância do pronome pessoal os em Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontrou perto da discoteca, onde o Diogo os aguardava, pode dizer-se que, sendo um pronome pessoal, deve concordar com o seu antecedente, mas este antecedente não tem necessariamente de ser o sujeito da frase. Retomando um exemplo acima (O carro das mercadorias entrou na rua) podemos adaptá-lo a uma construção afim em que a concordância é possível com qualquer dos antecedentes (O carro das mercadorias entrou na rua, onde o comerciante as/o aguardava). São estas concordâncias possíveis com mais de um antecedente que por vezes tornam as frases ambíguas.

Relativamente à sua questão sobre onde e aonde, por favor consulte a resposta onde / aonde.

Sem qualquer crítica ao referido campeonato, podemos no entanto observar que a maioria das questões problemáticas da língua não se adequa a respostas apenas com dois valores, como sim/não ou correcto/incorrecto, pois contém uma complexidade que as ultrapassa.




Qual é a diferença entre as palavras benvindo e bem-vindo?
A palavra Benvindo (ou o feminino Benvinda) corresponde apenas a um nome próprio (ex.: o Benvindo já chegou a casa.). A palavra bem-vindo (e as suas flexões bem-vinda, bem-vindos, bem-vindas) corresponde ao adjectivo com o significado de ‘aceite, recebido ou acolhido com agrado, satisfação ou prazer’ (ex.: sentiu-se bem-vindo. aquela notícia não era bem-vinda. sejam muito bem-vindos a minha casa).
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Palavra do dia

es·pa·di·ci·flo·ro |ó|es·pa·di·ci·flo·ro |ó|


(espadice + -floro)
adjectivo
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[Botânica]   [Botânica]  Diz-se da planta cuja inflorescência é a espadice.

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