Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub

brune

3ª pess. sing. pres. ind. de brunirbrunir
2ª pess. sing. imp. de brunirbrunir
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

bru·nir bru·nir

- ConjugarConjugar

(provençal brunir, do germânico *brunjan)
verbo transitivo

1. Polir com lustro.

2. Engomar com polimento, para tornar lustroso.

pub

Auxiliares de tradução

Traduzir "brune" para: Espanhol | Francês | Inglês

Parecidas

Palavras vizinhas

Esta palavra no dicionário

Ver mais

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


Minha dúvida é a seguinte: Quando eu digo que vou emprestar algo (vou-te emprestar minha camiseta, por exemplo), essa frase está errada? E quando digo que vou emprestar algo de alguém (vou emprestar sua camiseta, por exemplo)? Queria saber se ambas as frases estão corretas, se são ambíguas ou algo do gênero ou se o verbo emprestar tem um jeito certo de ser usado.
O verbo emprestar é transitivo directo e pode significar “transferir ou dar temporariamente alguma coisa”, não necessariamente uma coisa possuída por quem empresta (neste sentido, vou-te emprestar a minha camisa significa vou ceder-te a minha camisa temporariamente e vou emprestar a sua camisa significa vou ceder temporariamente a sua camisa a outra pessoa). No português do Brasil, o verbo emprestar pode significar também “pedir temporariamente uma coisa a outrem” (neste sentido, vou emprestar a sua camisa significa vou pedir temporariamente a sua camisa). Por este motivo, ambas as frases estão correctas, podendo a segunda ser ambígua no português do Brasil.



A palavra Pêra do nome de localidades como Castanheira de Pêra perde o acento com o novo Acordo Ortográfico?
Na "Base XXI" do Acordo Ortográfico de 1990 (assim como estava na Base L do Acordo Ortográfico de 1945), está salvaguardado que os antropónimos e nomes comerciais poderão manter a ortografia de como foram registados, afirmando-se: "Para ressalva de direitos, cada qual poderá manter a escrita que, por costume ou registo legal, adote na assinatura do seu nome.
Com o mesmo fim, pode manter-se a grafia original de quaisquer firmas comerciais, nomes de sociedades, marcas e títulos que estejam inscritos em registo público."

Não há, como se vê, qualquer excepção relativa aos topónimos, podendo então afirmar-se que os nomes próprios de lugares sofrem as alterações ortográficas preconizadas pelo texto legal. Assim, um topónimo como Castanheira de Pêra, deverá, segundo a "Base IX", ponto 9.º, passar a grafar-se Castanheira de Pera. Da mesma forma, e segundo o mesmo ponto da mesma base, o topónimo Côa deverá passar a grafar-se Coa; Tróia, segundo o ponto 3.º dessa "Base IX", deverá passar a grafar-se Troia (aliás, neste ponto, o topónimo Azoia faz parte dos exemplos do texto legal). Também a "Base IV" poderá alterar alguns topónimos, como é o caso de Egipto passar a grafar-se Egito (este é também um exemplo usado no ponto 1.º, alínea b) desta base do texto legal).

Se as alterações ortográficas em geral provocam reacções apaixonadas, as alterações em topónimos e gentílicos provocam-nas ainda mais. Se para a população do Egipto deverá ser indiferente que o topónimo se escreva em português com ou sem p, é provável que haja mais resistências da parte dos naturais ou habitantes dos topónimos portugueses ou brasileiros cuja ortografia sofre alteração.
No entanto, para relativizarmos esta questão, será útil atentar, por exemplo, ao caso de reacções de alguns naturais ou habitantes do estado brasileiro do Acre em relação à grafia do gentílico acriano e não acreano (cf. "Base V", 2.º, alínea c). Esta indicação de escrever com i e não com e os derivados em que entram os sufixos -iano e -iense não estava prevista no Formulário Ortográfico de 1943, que regulava a ortografia brasileira (daí a reacção de alguns habitantes do Acre), mas estava no texto de 1945 (que é o documento legal que regula a ortografia da norma portuguesa anterior ao Acordo de 1990), que fez com que, por exemplo, o gentílico açoriano passasse a ser a única forma correcta, em detrimento da forma açoreano, apesar de ser possível encontrar ainda as grafias açoreano e açoreana, nomeadamente em textos antigos e em nomes comerciais.

Por contraponto a esta relativização, refira-se ainda a grafia do topónimo Bahia na norma brasileira do português (Baía na norma portuguesa, o que institui mais uma divergência ortográfica que se mantém mesmo após a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990), que constitui uma excepção a todas as indicações ortográficas portuguesas e brasileiras anteriores ou posteriores ao Acordo de 1990 para o uso do h, mas que ainda assim se consagrou no português do Brasil.

pub

Palavra do dia

eins·têi·ni·o eins·têi·ni·o


([Albert] Einstein, antropónimo [físico alemão] + -io)
nome masculino

[Química]   [Química]  Elemento químico artificial (símbolo: Es), de número atómico 99. = EINSTÉNIO

pub

Mais pesquisadas do dia



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/brune [consultado em 18-04-2021]