Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Palavra não encontrada (na norma europeia, na grafia pré-Acordo Ortográfico).

Será que queria dizer BIC?


Outras sugestões:
BCI
NIPC
bi (norma brasileira)
BID (norma brasileira)
hic (norma brasileira)
IBPC (norma brasileira)

Caso a palavra que procura não seja nenhuma das apresentadas acima, sugira-nos a sua inclusão no dicionário.
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Dúvidas linguísticas


Na seguinte frase Pessoas que utilizam o computador, a Internet, os famosos jogos virtuais, possuem um desempenho maior com relação às pessoas que não os utilizam, como poderia dividi-la em sujeito e predicado?
Na frase que menciona, a função sintáctica de sujeito é desempenhada pelo grupo nominal que contém uma frase (pessoas que utilizam o computador, a Internet, os famosos jogos virtuais) e a função sintáctica de predicado é desempenhada pelo verbo possuir e pelos constituintes que dele dependem (possuem um desempenho maior com relação às pessoas que não os utilizam).



A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).

Palavra do dia

ra·iz·-for·te |a-i| ra·iz·-for·te |a-i|
nome feminino

[Botânica]   [Botânica]  Planta brassicácea (Armoracia rusticana) cujas raízes são usadas como condimento picante. = RÁBANO-PICANTE, SARAMAGO-MAIOR

Plural: raízes-fortes.Plural: raízes-fortes.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/bic [consultado em 16-01-2021]