Significado de beijasse-se-ta

    A forma beijasse-se-tapode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de beijarbeijar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de beijarbeijar].

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    beijarbeijar
    ( bei·jar

    bei·jar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Dar beijo(s) em. = OSCULAR

    verbo transitivo

    2. Tocar levemente com os lábios em.

    3. [Figurado] [Figurado] Tocar de leve. = ROÇAGAR, ROÇAR

    4. [Figurado, Por extensão] [Figurado, Por extensão] Estar contíguo a, próximo de. = TOCAR

    etimologiaOrigem:latim basio, -are.

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    Esta palavra no dicionário

    ao | contr.

    Contração da preposição a e do artigo ou pronome o (ex.: entregou a mercadoria ao cliente; deu um beijo à avó; deixou um aviso aos mais destemidos; vamos às compras?)....


    Que é ruidoso e vibrante (diz-se do beijo ou do gole)....


    De modo cavalheiro (ex.: beijou-lhe a mão cavalheiramente)....


    beijado | adj.

    Que recebeu beijos....


    beijoca | n. f.

    Beijo rápido e geralmente sonoro....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?