Significado de amiga-se-tas

    A forma amiga-se-taspode ser [feminino singular de amigaamiga], [feminino singular de amigoamigo], [segunda pessoa singular do imperativo de amigaramigar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de amigaramigar].

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    amigoamigo
    ( a·mi·go

    a·mi·go

    )

    adjectivo e nome masculinoadjetivo e nome masculino

    1. Que ou quem sente amizade por ou está ligado por uma afeição recíproca a. = COMPANHEIRO ≠ INIMIGO

    2. Que ou quem está em boas relações com outrem. ≠ INIMIGO

    3. Que ou quem se interessa por algo ou é defensor de algo (ex.: amigo dos animais). = AMANTE, APRECIADOR

    nome masculino

    4. Pessoa à qual se está ligado por relação amorosa. = NAMORADO

    5. Pessoa que vive maritalmente com outra. = AMANTE, AMÁSIO

    6. Pessoa que segue um partido ou uma fação. = PARTIDÁRIO

    7. Forma de tratamento cordial (ex.: amigo, venha cá). = COMPANHEIRO

    adjectivoadjetivo

    8. Que inspira simpatia, amizade ou confiança. = AMIGÁVEL, AMISTOSO, RECONFORTANTE, SIMPÁTICO

    9. Que mantém relações diplomáticas amistosas (ex.: países amigos). = ALIADO ≠ INIMIGO

    10. Que ajuda ou favorece. = FAVORÁVEL, PROPÍCIO ≠ CONTRÁRIO


    amigo colorido

    •Pessoa com quem se tem relacionamento afetivo e sexual sem compromisso assumido.

    amigo da onça

    • [Informal] • [Informal] Pessoa que parece amiga, mas que é falsa ou traiçoeira.

    amigo de Peniche

    • [Portugal] • [Portugal] Pessoa que parece amiga, mas que é falsa ou traiçoeira.

    amigo do alheio

    • [Informal] • [Informal] Ladrão.

    amigo oculto

    •O mesmo que amigo secreto. (Confrontar: amigo-oculto.)

    amigo secreto

    •Pessoa, num grupo de colegas, amigos ou familiares, que deverá, por sorteio e geralmente na época de Natal, oferecer um presente a alguém numa data combinada, sem que seja identificado antes dessa data. (Confrontar: amigo-secreto.) = AMIGO OCULTO

    falso amigo

    • [Linguística] • [Lingüística]   [Linguística] Cada uma das palavras que, pertencendo a línguas diferentes, são muito parecidas na forma, mas diferentes no significado. [Por exemplo, em italiano, a palavra "burro" significa "manteiga" e não "asno", como em português.]

    fiel amigo

    • [Portugal, Informal] • [Portugal, Informal] Bacalhau usado na alimentação.

    etimologiaOrigem:latim amicus, -i.
    vistoSuperlativo: amicíssimo ou amiguíssimo.
    iconSuperlativo: amicíssimo ou amiguíssimo.

    Secção de palavras relacionadas

    grupo do dicionárioColectivo:Coletivo:Coletivo:círculo, malta, pessoal, roda, tertúlia.
    amigaramigar
    ( a·mi·gar

    a·mi·gar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Ligar(-se) em concubinato. = AMANCEBAR-SE

    2. Tornar ou ficar amigo de; ligar(-se) por laços de amizade.

    etimologiaOrigem:amigo + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    amigaamiga
    ( a·mi·ga

    a·mi·ga

    )

    nome feminino

    1. Mulher que estima ou ama outra pessoa.

    2. Amásia, concubina.

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "amiga-se-tas" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    amigado | adj.

    Que se amigou; que vive em mancebia....


    bem-querente | adj. 2 g.

    Que quer ou deseja bem a outrem....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "amiga-se-tas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?