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    quantifica-nos

    Diz-se de uma grandeza que não pode variar senão pelos quanta....


    Facto de determinar a quantidade de qualquer coisa....


    vorticidade | n. f.

    Grandeza usada para quantificar a rotação de um fluido....


    pró-forma | n. m. | adj. 2 g. 2 núm. | adv.

    Procedimento ou ação que segue certas condições consideradas necessárias....


    pousa-copos | n. m. 2 núm.

    Suporte para colocar debaixo de copos ou garrafas, geralmente para proteger a superfície onde são colocados ou para quantificar o número de bebidas consumidas....


    colorimetria | n. f.

    Ciência que estuda e quantifica a perceção de cores pelos seres humanos....


    quantificável | adj. 2 g.

    Que pode ser quantificado (ex.: dados quantificáveis)....


    Diagnóstico efetuado à distância graças à transmissão por telecomunicação de parâmetros quantificáveis....


    base | n. f. | adj. 2 g. 2 núm.

    Superfície inferior de um corpo, que geralmente serve de apoio....


    quantificador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que quantifica ou serve para quantificar....


    bolacha | n. f.

    Espécie de biscoito achatado de farinha muito fina....



    Dúvidas linguísticas


    Ainda ontem tive uma pequena discussão com uma amiga acerca da maneira de como se escreve ou como se diz uma palavra. A palavra em questão é o nome a que se chama ao aquecimento do interior de um carro. Será chofagem ou sofagem, ou ainda outra?


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?