Pesquisa nas Definições por:

    posiciones-mos

    proa | n. f. | n. 2 g.

    O rosto de um barco....


    proeiro | n. m.

    Marinheiro que vigia a proa....


    mirabe | n. m.

    Nicho, geralmente decorado com um arco e duas colunas, disposto na parede de uma mesquita, voltado para Meca, em frente ao qual o imã se posiciona, de costas para os fiéis, projetando assim a voz durante as orações....


    espotagem | n. f.

    Ação de observar os posicionamentos de tiros de artilharia e anotar ou comunicar correções para melhorar a pontaria de novos tiros....


    fogueteiro | n. m. | adj. n. m.

    Fabricante de foguetes e de outras peças vulgares de pirotecnia....


    posicionar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Colocar(-se) em determinada posição....


    Processo de localização geográfica de determinado objeto espacial através da atribuição de coordenadas....


    GPS | n. m. 2 núm.

    Sistema que, através de um conjunto de satélites, fornece a um aparelho móvel a sua posição em relação às coordenadas terrestres....


    assistir | v. tr.

    Estar presente; ser testemunha ou espetador....


    Instrumento musical de sopro direto, sem palheta, que se toca soprando num orifício lateral e que se posiciona horizontalmente em relação à boca....


    altamente | adv. | adj. 2 g. 2 núm.

    Em lugar alto (ex.: alguém altamente posicionado)....


    reposicionável | adj. 2 g.

    Que se pode posicionar de outra forma ou noutro lugar (ex.: adesivo reposicionável)....


    flauta | n. f. | n. 2 g. | n. f. pl.

    Instrumento musical de sopro direto, sem palheta....


    Que tem o centro na África (ex.: abordagem afrocentrada; olhares afrocentrados; posicionamento político afrocentrado)....


    reposicionar | v. tr. e pron.

    Posicionar ou posicionar-se novamente (ex.: reposicionou as imagens; os jogadores reposicionaram-se)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber em que situações se utiliza liberto e libertado.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?