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negocias

daí | contr.

Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


enícola | adj. 2 g.

Diz-se do organismo que vive ou se cultiva no vinho....


Modo de agir, em certas circunstâncias (ex.: o êxito de muitas negociações depende do do modus faciendi)....


diálogo | n. m.

Conversação entre duas pessoas....


oveira | n. f.

Mulher que negoceia em ovos....


missão | n. f.

Acto de enviar ou de ser enviado....


garota | n. f.

Criança do sexo feminino....


maratona | n. f.

Corrida pedestre de grande fundo (42,195 km), que decorre em estrada....


impasse | n. m.

Situação que impede ou dificulta algo....


negócio | n. m.

Transacção comercial....


pombeiro | n. m. | adj.

O que atravessa os sertões, negociando com os indígenas....


tanganhão | n. m.

Homem que negociava em escravos em África....


tangomão | n. m.

Homem que negociava em escravos em África....


marchand | n. m.

Pessoa que negocia obras de arte....


arbitragem | n. f.

Acto ou efeito de arbitrar....


linheiro | n. m. | adj.

Aquele que asseda o linho....



Dúvidas linguísticas



O correto é escrever " Viemos " ou "Vimos" através desta...?
O verbo vir é muito usado na correspondência formal ou institucional para introduzir o assunto, em expressões como "venho por este meio requerer..." ou "venho através desta solicitar...", ou "vimos por este meio requerer..." ou "vimos através desta solicitar...", com um remetente colectivo (por exemplo, um grupo de cidadãos) ou com o uso do plural majestático ou de modéstia. Habitualmente, como se trata de correspondência no presente, é utilizado o presente do indicativo (ex.: vimos) e não o pretérito perfeito (ex.: viemos), a não ser que esteja a ser relatado um facto passado (ex.: no mês passado, viemos solicitar...).



Gostaria de saber se é correcto dizer a gente em vez de nós.
A expressão a gente é uma locução pronominal equivalente, do ponto de vista semântico, ao pronome pessoal nós. Não é uma expressão incorrecta, apenas corresponde a um registo de língua mais informal. Por outro lado, apesar de ser equivalente a nós quanto ao sentido, implica uma diferença gramatical, pois a locução a gente corresponde gramaticalmente ao pronome pessoal ela, logo à terceira pessoa do singular (ex.: a gente trabalha muito; a gente ficou convencida) e não à primeira pessoa do plural, como o pronome nós (ex.: nós trabalhamos muito; nós ficámos convencidos).

Esta equivalência semântica, mas não gramatical, em relação ao pronome nós origina frequentemente produções dos falantes em que há erro de concordância (ex.: *a gente trabalhamos muito; *a gente ficámos convencidos; o asterisco indica agramaticalidade) e são claramente incorrectas.

A par da locução a gente, existem outras, também pertencentes a um registo de língua informal, como a malta ou o pessoal, cuja utilização é análoga, apesar de terem menor curso.


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