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    Definições



    Pesquisa nas Definições por:

    municipal

    comunalismo | n. m.

    Doutrina ou sistema que defende privilégios comunais ou municipais....


    paço | n. m.

    Câmara Municipal....


    edil | n. m.

    Vereador, membro da Câmara Municipal....


    finta | n. f.

    Contribuição municipal ou paroquial extraordinária, proporcional aos haveres de cada um....


    Conjunto dos indivíduos eleitos para gerirem os negócios municipais, de interesse colectivo....


    Sistema de governo baseado na administração municipal....


    pescado | n. m.

    Serviço municipal, relativo a pesca e pescadores....


    terrádego | n. m.

    Renda ou imposto municipal proveniente do aluguer desse terreno....


    estiva | n. f. | n. f. pl.

    Tarifa de preços imposta por câmara municipal....


    senado | n. m.

    Câmara municipal....


    traga-malho | n. m.

    Imposto que, ao desembarque, os pescadores de Lisboa pagavam à Câmara Municipal....


    feira | n. f.

    Exposição de livros de editores e livreiros, num espaço reservado para o efeito pela Câmara Municipal da localidade....


    lixeira | n. f.

    Lugar onde se deposita o lixo (ex.: lixeira municipal)....


    maire | n. m.

    Primeiro magistrado municipal, que é o órgão executivo da comuna, em França....


    vereação | n. f.

    Conjunto dos vereadores; câmara municipal....


    vereador | n. m.

    Membro da câmara municipal....



    Dúvidas linguísticas


    Sou formanda de um curso de qualificação profissional e no âmbito do mesmo tenho aulas de Português. Pelo menos duas vezes, fui confrontada com ensinamentos que não me parecem correctos.
    Primeira: a professora diz-nos que o advérbio de modo raramente é uma palavra esdrúxula. Recordo ainda a voz da minha professora da Escola Secundária, dizendo-nos que todos os advérbios de modo são palavras graves. Não importa de que adjectivo venham, ao transformarem-se em advérbios de modo a sílaba tónica passa a ser “men” (a penúltima) e, portanto, são palavras graves.
    Segunda: esta senhora pôs-nos hoje a completar frases com o presente do conjuntivo de alguns verbos. Uma das frases compreendia a primeira pessoa do plural do verbo conseguir que ela completou com "consígamos" (até o corrector ortográfico do computador discorda!). Esta eu já verifiquei no vosso site (perdoem-me os anglicismos) e efectivamente não vejo acento no i.


    Muitas vezes em poesia é usada a forma sincopada pra escrita como p'ra. No entanto o Acordo Ortográfico de 1945 indica que não se deve usar o apóstrofo neste caso. Existem excepções relativamente à poesia? Por outro lado, a forma correcta de, em poesia, abreviar para + a (numa frase como por exemplo horas de ir para a cama) é prà?