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    modelares-mo

    para | prep.

    Exprime direção ou lugar de destino (ex.: arrancou para o Sul; a casa está virada para norte)....


    tipo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de impressão (ex.: tipofotografia)....


    -plasia | elem. de comp.

    Exprime a noção de formação ou de modelação (ex.: neoplasia)....


    remelhor | adj. 2 g.

    Que é muito melhor (ex.: modelo remelhor)....


    uniformizante | adj. 2 g.

    Que torna uniforme; que uniformiza (ex.: modelo uniformizante)....


    Relativo à geoestatística (ex.: estudo geoestatístico de reservatórios de petróleo; modelo geoestatístico)....


    cedástico | adj.

    Relativo a variância (ex.: curva cedástica; modelo cedástico)....


    Que defende uma uniformidade de leis ou propriedades universais (ex.: modelo uniformitário de mudança geológica; princípio uniformitário de mudança linguística; teoria uniformitária)....


    académia | n. f.

    Figura feita à vista de modelo vivo (para servir ela própria de modelo)....


    arquétipo | n. m. | adj.

    Modelo pelo qual se faz uma obra material ou intelectual....


    arrastadeira | n. f.

    Recipiente quase raso, com o qual doentes e acamados podem defecar ou urinar na cama....


    explosão | n. f.

    Súbita, violenta e, geralmente, estrondosa fragmentação de um corpo, devido à dilatação de gases ou à conflagração de matérias....


    exemplo | n. m.

    Frase ou palavra citada para apoiar uma definição, uma regra....


    gabarito | n. m.

    Modelo, em tamanho natural ou por escala, de certas peças de um navio....


    moleza | n. f.

    Estado do que é mole....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?