Pesquisa nas Definições por:

    merecerem

    digno | adj.

    Merecedor, credor, benemérito....


    espurco | adj.

    Que apresenta sujidade ou pouca higiene (ex.: calçada espurca)....


    imérito | adj.

    Que não é merecido (ex.: considerações iméritas)....


    sujo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    A Pátria reclama e merece todos os nossos sacrifícios....


    charro | adj. | n. m.

    Que não tem delicadeza ou refinamento....


    deferência | n. f.

    Demonstração de anuência ou de condescendência a quem nos merece consideração; respeito....


    jus | n. m.

    Direito....


    justiça | n. f.

    Prática e exercício do que é de direito....


    lástima | n. f.

    Compaixão; dó; pena....


    comediante | n. 2 g.

    Pessoa que representa em teatros; ator ou atriz....



    Dúvidas linguísticas


    Estive a fazer uma pesquisa e não percebo o porquê dos sufixos -ção e -são. Porque é que é compreensão e não compreenção? Porque é que é atenção e não atensão? Do que procurei cheguei à expressão sufixos nominalizadores, mas não consegui obter resposta.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.