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jangadazinha

membura | n. f.

Cada um dos paus que constituem os extremos laterais das jangadas....


jangada | n. f.

Paus que se juntam uns aos outros, em forma de estrado, para flutuar na água....


jangadeiro | n. m.

Dono ou condutor de jangada....


papus | n. m.

Os dois paus exteriores da jangada....


paquete | n. m. | adj. 2 g.

Barco ligeiro para transmissão de avisos....


aracambus | n. m. 2 núm.

Cruzeta em que descansa a verga de mezena, nas jangadas....


espeque | n. m.

Peça de madeira com que se escora alguma coisa....


trempe | n. f.

Aro ou triângulo de ferro que assenta sobre três pés e sobre o qual se coloca a panela no lume da lareira....


almadia | n. f.

Embarcação africana, esguia e comprida, geralmente escavada no tronco de uma árvore....


rafting | n. m.

Tipo de canoagem praticada em botes insufláveis que percorrem os rápidos de um curso de água....


embalsar | v. tr.

Meter em balsa (o vinho ou mosto)....


enjangar | v. tr.

Travar a madeira para formar uma jangada....


catre | n. m.

Camilha dobradiça....


jirau | n. m.

Espécie de grade de varas, sobre esteios fixados no chão, que serve de cama nas casas pobres e também de grelha para expor ao sol quaisquer objectos....


ratita | adj. 2 g. | n. f. | n. f. pl.

Relativo às ratitas....


ratite | adj. 2 g. | n. f. | n. f. pl.

Relativo às ratites....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber a diferença entre os verbos gostar e querer, se são transitivos e como são empregados.
Não obstante a classificação de verbo intransitivo por alguns autores, classificação que não dá conta do seu verdadeiro comportamento sintáctico, o verbo gostar é essencialmente transitivo indirecto, sendo os seus complementos introduzidos por intermédio da preposição de ou das suas contracções (ex.: As crianças gostam de brincar; Eles gostavam muito dos primos; Não gostou nada daquela sopa; etc.). Este uso preposicionado do verbo gostar nem sempre é respeitado, sobretudo com alguns complementos de natureza oracional, nomeadamente orações relativas, como em O casaco (de) que tu gostas está em saldo, ou orações completivas finitas, como em Gostávamos (de) que ficassem para jantar. Nestes casos, a omissão da preposição de tem vindo a generalizar-se.

O verbo querer é essencialmente transitivo directo, não sendo habitualmente os seus complementos preposicionados (ex.: Quero um vinho branco; Ele sempre quis ser cantor; Estas plantas querem água; Quero que eles sejam felizes; etc.). Este verbo é ainda usado como transitivo indirecto, no sentido de "estimar, amar" (ex.: Ele quer muito a seus filhos; Ele lhes quer muito), sobretudo no português do Brasil.

Pode consultar a regência destes (e de outros) verbos em dicionários específicos de verbos como o Dicionário Sintáctico de Verbos Portugueses (Coimbra: Almedina, 1994), o Dicionário de Verbos e Regimes, (São Paulo: Globo, 2001) ou a obra 12 000 verbes portugais et brésiliens - Formes et emplois, (“Collection Bescherelle”, Paris: Hatier, 1993). Alguns dicionários de língua como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002) também fornecem informação sobre o uso e a regência verbais. O Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Lisboa: Academia das Ciências/Verbo, 2001), apesar de não ter classificação explícita sobre as regências verbais, fornece larga exemplificação sobre o emprego dos verbos e respectivas regências.




Ouvi a um treinador de futebol a palavra evoluência referindo-se à evolução da sua equipe. Não creio que exista o vocábulo.
A palavra evoluência não se encontra registada em nenhum dicionário ou vocabulário consultado, nem se encontra em corpora e motores de pesquisa na internet, pelo que será mais aconselhável, de facto, o uso da palavra evolução.

Esta palavra, apesar de não ter curso na língua, parece no entanto ser formada a partir do verbo evoluir com um sufixo (-ência), usado regularmente para formação de substantivos abstractos a partir de verbos, como em antecedência, anuência, dormência, intercorrência, regência ou sobrevivência, por exemplo.


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